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Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Mako
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[FILLERS] Himawari - Karma. - 6/10/2016, 18:00


[FILLERS] Himawari - Karma.  Tumblr_mdnvj4Ke5C1qhah53o1_500
Himawari

Himawari pode ser traduzido como Girassol e será o título da coletânea de fillers do meu personagem atual, Takagi Hirako. A ideia é colocar variados treinamentos, mostrando passado e presente, inserindo temas entre coisas e provocando supostos treinamentos que não ocorreram em ON ou mesmo recepções de itens criados ou comprados, de maneira que possa melhorar a ficha completa do personagem. Estes pontos foram mantidos pelos resets especiais realizados, deixarei o link para os Fillers antigos.

Bônus:

  • 0210/----.


Sumário:
1. 遺産 -Isan-

Comprobatórios:

  • Ficha
  • Fillers


_______________________

[FILLERS] Himawari - Karma.  Scre1755
[FILLERS] Himawari - Karma.  QF79TeWOlá, eu sou o Mako.
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Última edição por Karma em 20/10/2016, 15:26, editado 1 vez(es)
Mako
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Re: [FILLERS] Himawari - Karma. - 6/10/2016, 20:52


[FILLERS] Himawari - Karma.  F9126bd65e97c6eba63255f347173058

遺産 -Isan-
A neblina estava mais densa do que o convencional do país naquela noite. A última noite de inverno é sempre a pior, dizem. O menino nunca acreditou em tais falácias, ele preferia aceitar que apenas as coisas que ele concluía eram corretas, pois assim ficava mais fácil de aceitar o mundo. Ainda não havia contado aos superiores - como havia prometido fazer dois anos antes - que estava de volta, mas não era simplesmente pelo fato de ser, nas palavras dos outros, um jovem rebelde e sim por ter assuntos inacabados para resolver - e se ele esperasse pelo auxílio dos membros da aldeia, jamais poderia completá-los.

O vento assoviou e abateu-lhe os cabelos bagunçados e soltos, sem nenhuma proteção de testa. Passara a andar sem ela pela saída da vila, achava que poderia trazer problemas se não fizesse assim. Seu corpo estava coberto por um manto negro que alcançava até acima dos tornozelos, fechado não revelava nada de sua nova aparência mas ainda assim a largura de seus ombros denunciavam um homem mais forte do que aquele que havia ido embora da aldeia. Estava no topo de uma colina na direção da aldeia, mas não era para lá que ele iria; era em uma direção oposta e, portanto, ele deu meia volta em um profundo suspiro que derramou para fora da boca e das narinas uma sutil nuvem de fumaça gélida, partindo então para o seu real objetivo.

Talvez no passado o frio fosse lhe incomodar àquela altura da noite, talvez no passado ele não tivesse a coragem suficiente para ir onde iria, mas enquanto ele atravessava as árvores do bosque frio e escuro do país, ele teve certeza que ele era uma pessoa completamente diferente da que era no passado. Dois anos haviam se passado e ele aprendera muitas coisas, mas principalmente a focalizar a sua mente e se tornar, assim, mais forte - ainda que a sua personalidade, em essência, continuasse a mesma.

Minutos de caminhada por entre o bosque e mais uma vez ele parou, desta vez deixando o som afiado das bainhas se batendo por debaixo do manto sombrio, ainda que este mantivesse-se sem revelar a fisionomia nova do menino que todos chamavam de Valete. Ali, quando ele parou, uma nova rajada de vento, mais forte do que a anterior, fez questão de arrancar-lhe os cabelos que insistiam em cair sobre os olhos, permitindo-o uma visão ampla de onde estava chegando; o seu objetivo, a sede da falecida organização Naipe.

Nada estava como era antes, assim como ele. Musgos subiam e se grudavam às paredes rachadas e deterioradas pelos tempos. Árvores haviam nascido ao redor do local e agora os seus galhos e cipós se enroscavam pelas torres da construção naturalmente gótica - nem mesmo os vidrais que permitiam uma iluminação esplêndida em seu interior restaram, estavam todos quebrados, devastados como se invasores, humanos ou não, tivessem estado por ali. Mas ainda que a cena trouxesse um tufão de lembranças, a frieza no olhar dele não mudou em absolutamente nada e uma nova formação de nuvem e gélida se formou em frente aos seus lábios quando, fechando os olhos gentilmente, ele retornou a caminhada, agora em direção ao local abandonado.

Evitando de se mostrar por demais, qualquer que fosse o seu motivo, o jovem não ousou desembainhar nenhuma de suas espadas para podar cipó ou raiz alguma, preferiu usar apenas os braços empurrando-os para fora de seu caminho como se não fossem nada, ainda que para tal feito uma incrível forte fosse necessária. Os seus braços, ainda assim, sequer demonstravam se esforçarem demais - e, apesar de aquilo ser incrível aos olhos normais, não era nada demais para uma pessoa como ele.

A entrada da construção estava parcialmente destruída, ele precisou apoiar-se em uma rocha coberta por musgos para pular ao lado de dentro do local. Uma brisa docemente melancólica invadiu-lhe o olfato, impregnou-lhe o coração e acendeu uma chama ainda mais intensa do que outrora em sua mente. Memórias vieram como diversas kunais disparadas por centenas de inimigos, perfurando-lhe todos os cantos do córtex cerebral onde a sua consciência estava presente, mas se dependesse de uma análise de sua expressão facial, provavelmente amígdala alguma era afetada pelos ataques certeiros do tempo. "Que seja", falou a si mesmo bocejando profundamente, acordando uma horda de morcegos que bateram as asas soltando grunhidos enquanto atravessavam a entrada e desapareciam no céu noturno.

— Há qualquer pessoa aqui dentro? — Indagou em uma frustrante tentativa de não invadir o novo lar de alguém. Em suas viagens, lembrava-se muito bem, conhecera pessoas que não tinham um verdadeiro lar e por isso se abrigavam em qualquer canto, apesar de ele sempre fazer piada com essas pessoas - que ele até mesmo chamou de amigas por um tempo - ele as respeitava e compreendia um pouco sobre o que passavam. Ninguém respondeu e ele avançou, os olhos sempre observando os arredores como se esperasse alguma surpresa a qualquer momento.

Caminhar por ali, ainda que não demonstrasse plenamente, com certeza estava mexendo com o seu coração - não a parte biológica dele, apenas a metafórica. Em breves momentos sentia uma angústia se formando, um nó que subia-lhe a garganta e desaparecia quando sacudia de leve a cabeça como quem afasta uma mosca.

Luzes pareceram dançar em meio aos corredores empoeirados, teias de aranhas se iluminaram e brilharam como se fossem cristais finos de gelo. Apesar de permanecer indiferente, sem nenhuma emoção esboçada, ele se moveu mais rápido, a sola de suas sandálias escuras se chocavam com tanta pressão que o som ecoou por todo o recinto do primeiro andar e, lentamente, o olhar dele foi ficando mais focado e concentrando até alcançar o fruto daquelas luzes: uma tocha acessa e pendurada na parede.

Ele não era a pessoa mais inteligente do mundo, porém havia aprendido poucas coisas com os homens que convivera durante os dois anos afastados da vila, uma destas coisas era sempre deixar uma tocha para marcar os caminhos que deveriam ser refeitos para ir e vir dentro de uma nova morada. Poderia ter apagado as chamas com facilidade, acabaria com o jogo e teria mais chances posteriores de aprisionar uma possível vítima, contudo não pretendia revelar ainda que estava ali e acima de qualquer suspeita, poderia simplesmente ser uma pessoa sem família alguma para acolher - e para isso uma sentença de morte não fazia o menor sentido.

Assim ele seguiu vasculhando as ruínas, entretanto os seus passos se tornaram mais calmos e lentos, não queria assustar nenhuma pessoa inocente, afinal ele não estava ali com a intenção de causar um caos; mas causaria um se fosse necessário e com as pessoas certas envolvidas. Não havia em sua natureza, porém, um espírito vingativo como pareceria a alguém que observa de fora, nada disso. Ele simplesmente precisava acabar com o que restara de seu passado, quase como uma obrigação ou uma missão auto imposta.

Ali dentro o frio pareceu ficar menos intenso à medida em que ele avançava e seu corpo pediu por ar, assim ele desabotoou poucos botões e o seu manto se abriu à altura da cintura para baixo, revelando as pernas torneadas em calças largas e azuladas, surradas, enquanto duas espadas se sustentavam no lado esquerdo de seu quadril, prontas para entrarem em ação, sempre estavam. Escadas surgiram para ele subir mais um andar, indiferente às tantas memórias que lhe envolveram como serpentes, ele subiu lentamente, quase se esgueirando pela parede, formando uma volta em espiral e parando um pouco antes quando viu, do outro lado do estreito corredor que se formava nas escadas, a silhueta de uma pessoa sendo refletida em forma de sombra, duas mãos erguidas e uma espécie de adaga em uma delas; e então, em um movimento firme, um grunhido humano de sofrimento surgiu e desapareceu em instantes.

Com a expressão indiferente que costumava sustentar, ele avançou com mais velocidade, sem se importar com a sonoridade de suas sandálias, a mão direita se agarrou ao cabo da espada roubada no evento chunin, puxando-a e revelando a lâmina firme e opressora com o gume afiadíssimo. Por um instante, porém, quando conseguiu ter uma boa visão da pessoa que ali estava diante dele, o seu coração paralisou como se a Morte se aproximasse.

— Oh, Jack-kun — um homem com uma máscara cirúrgica e cabelos negros lisos se virou para ele, borrifadas de sangue sujavam a máscara e o peitoral coberto por um jaleco branco com o símbolo da Naipe - uma fusão dos símbolos típicos de baralhos simples. — Faz algum tempo, não faz? Lembra-se de mim? — ele perguntou removendo a máscara com mãos enluvadas — Makita Hiroomu.

Hirako apertou os dedos no cabo da espada e desviou os olhos para o que estava atrás do homem; havia uma pessoa, agora morta, com o torso completamente aberto como em uma cirúrgia macabra, porém as partes de seu corpo estavam todas remendadas como se fosse encaixado e feito de diversas outras pessoas. — Pensei que a organização não funcionasse mais — ele disse firme, a espada mantinha a sua ponta na direção do cientista que agora derrubava a máscara no chão empoeirado como se não fosse nada, revelando uma boca completamente queimada que mostrava as gengivas podres e os dentes fragilizados, amarelados.

— Graças a você, não mais. Porém a ciência é mais forte, quer ver? — o homem disse de um modo tão debochado e provocativo que o menino sorriu. Ele se lembrava muito bem de Makita, um homem nojento que sempre falava sentir tesão pelos cadáveres femininos que via chegar, desejando impuramente profanar os seus corpos com a sua genital. Hirako não esperou nada acontecer e simplesmente avançou com a sua velocidade máxima, o braço se moveu em um corte fatal, mirava perfeitamente a jugular do homem, porém, quase como se ele fosse um shinobi de elite - e não era nada mais que um cientista - o pescoço dele pareceu repelir - ou qualquer outro membro - o ataque, fazendo-o recuar bruscamente o braço que estalou na altura do ombro enquanto ele se afastava em saltos.

— Pelo visto você se tornou um monstrinho, que triste, era bem mais bonito quando ainda tinha a sua boca, apesar de nunca falar nada — provocou sentindo ainda o braço vibrando pela defesa do cientista louco. Makita soltou uma gargalhada psicótica, sacudindo os ombros em meio a risada ele tocou uma das mãos sobre o tronco do cadáver e deu tapinhas, um brilho mesclado de azul, verde e dourado surgiu e o buraco começou a se fechar.

— Quem será que vencerá? Jack-kun ou o meu Stein? — ele perguntou e o corpo se debateu mais como em estado de convulsão. Hirako não era nenhum tipo de vidente ou sensor, porém sabia que algo de grande estava para vir pois a pressão inteira do ar no local pareceu se tornar mais densa. Instantes depois o cadáver se ergueu e se colocou sentado, virou-se e desceu ficando em pé; mas ele era bizarro demais para parecer real.

— Seu filho? Pois é feio como você — zombou com um sorriso amarelo quase em tom de susto. Stein como Makita havia chamado era um, aparentemente, homem de quase dois metros de altura, o braço direito era azulado de coagulação e era também mais extenso do que o esquerdo apesar do canhoto parecer mais roliço e forte - ambos se remendavam na altura do ombro. As pernas dele eram negras, fortes e reluzentes - ambos se remendavam na altura da virilha. Ele não tinha genitais apesar de estar nu, assim como um manequim ou modelo anatômico simplório e seu tronco era cheio de pelos ao passo de que a sua cabeça era a de uma criança de não mais do que doze anos - ela se remendava no pescoço.

Makita sorriu e a criatura avançou como se fosse uma máquina mortífera, tão rápida quanto o garoto que precisou se afastar em um salto para a direita enquanto a criatura acertava a parede e a destroçava por completo. Hirako não precisou esboçar emoção alguma para que o cientista soubesse que ele estava assustado com aquele monstro; por isso ele soltou uma risada debochada. Antes que percebesse o seu braço esquerdo ardeu e uma boa quantidade de sangue escorreu como se a esquiva não tivesse efeito algum. "Como ele me acertou? Tenho certeza que desviei", pensou e a fera avançou outra vez rugindo como mil leões.

Ginkui se prontificou na frente do golpe e o punho fechado da fera se rasgou até metade onde a lâmina se alojou para a surpresa do espadachim que sorriu debochado e deixou os gases de sua espada se alastrarem, movendo-a em seguida para liberar uma rajada de energia que rasgou de vez a mão de Stein enquanto o jogava para o outro lado do salão. Hirako balançou a espada fazendo menção de limpar a lâmina, mas o sangue permaneceu ali junto de seu sorriso; — Ele é mesmo um monstro como você, seu desgraçado — ele falou para Makita.

Stein olhou a mão decepada escorrendo sangue e encarou Makita que abanou para ele gentilmente. Hirako puxou o ar e se colocou em guarda, a criatura gritou ainda mais alto ao ponto das paredes estremecerem. "Espero que a minha Ginkui aguente todos os danos", ele pensou com uma gota de suor deslizando pelo canto do rosto e um sorriso amarelado surgindo. Então, para o seu terror, a fera surgiu em frente a ele como se usasse uma espécie de teletransporte ou uma velocidade absurdamente maior do que a dele, restou-lhe apenas arregalar os olhos antes de rolar pelo chão que a criatura descia os braços acertando e destruindo, porém nenhum destino adiantaria já que as rochas cederam e tudo desmoronou, inclusive Makita, voltando ao primeiro andar.

A queda foi terrível, mesmo com toda a resistência que Hirako possuía a batida de costas o fez tossir sangue e perder a visão por um breve momento, a espada se perdeu sendo lançada pelos escombros, ainda que o seu gás continuasse a vazar como um sinal de sua localização. Antes de conseguir se erguer, Stein o agarrou com um braço pela perna direita e o puxou deixando-o pendurado, a tontura piorou e o oxigênio que precisava pareceu ser cortado, fazendo-o começar a perder os sentidos.

"Eu vou mesmo morrer?", ele se perguntou sentindo o sangue escorrer pelo nariz, atravessando a testa e gotejando no chão. Makita chegou em frente a ele e se agachou, usava novamente a máscara cirúrgica e não parecia absolutamente nada mal. Apesar da máscara, ele sabia que o maldito homem estava sorrindo e isso o fez se lembrar de toda a infância... "Não".

Hirako respirou calmamente e pareceu que toda a tensão de seu corpo foi embora, o seu braço direito se moveu rapidamente puxando a espada e com um giro de corpo ele aplicou um único golpe que refletiu-se em três zonas fatais do corpo de Stein sendo cortadas ao mesmo tempo; um braço decepado, uma perna arrancada e a jugular destruída. Graças ao golpe, a fera tombou para trás afogando-se no próprio sangue e o menino se virou parando com os pés no chão e um olhar distante.

O homem diante dele não pareceu nada surpreso ou mesmo amedrontado, simplesmente ergueu-se e abriu os braços como se esperasse por um ataque; e Hirako estava determinado a presenteá-lo com aquilo. Em um avanço rápido, porém ainda sem nenhuma menção de emoção, ele balançou a espada em um corte horizontal que pareceu mirar na jugular de Makita, por um breve momento ele sentiu a lâmina da espada tombar com algo duro, porém o braço esquerdo do cientista e também a altura de seu ombro foram danificadas largando duas enormes borrifadas de sangue quando o jovem se afastou.

Makita arregalou os olhos e a pele de seu pescoço estava escurecida. — Então você desenvolveu algum tipo de habilidade contra lâminas? — Hirako indagou suspirando e limpando o sangue de sua espada com um balanço, o fio dela brilhou em prateado como a lua. — Infelizmente de nada adiantará diante da minha tempestade — falou com um olhar frio e mortal avançando em seguida com um ataque vertical que refletiu para cima no ombro já danificado, mas o esterno e o outro ombro se rasgaram deixando o sangue fluir como uma cachoeira, fazendo-o cambalear para trás, caindo.

— Seu monstro! — Makita gritou virando-se na tentativa de fugir, mas as memórias não paravam de passar na cabeça do garoto que suspirou ainda inerte em sua calmaria nata e respondeu-lhe: — Não, eu sou bem pior.

Em um avanço veloz, porém menos rápido do que os anteriores, ele desceu a lâmina da espada nas costas de Makita, causando-lhe três perfurações de uma só vez. O sangue jorrou para cima e o homem grunhiu de dor, estremecendo e caindo de vez com os braços e pernas abertas. — Nenhum de vocês tinha o direito de brincar com a vida dos outros, por isso estão mortos — Hirako falou e cortou um dos braços do homem com apenas um rasgo; Makita urrou de dor enquanto o membro rolava pelo chão.

— Eu não tenho interesse em matar pessoas, sabia? — Hirako confessou limpando mais uma vez o sangue da lâmina, aquilo fazia-o se sentir menos imundo pelo o que fazia; a lâmina, porém, logo desceu e arrancou o outro braço do homem. — Mas alguém como você precisa morrer — disse enquanto o homem se debatia e revirava olhando profundamente na face do menino.

— Por favor, me dê uma chance — implorou em meio às lágrimas e Hirako arrancou-lhe de uma só vez ambas as pernas, limpando o sangue em seguida. Hirako então abriu o seu melhor sorriso debochado e disse-lhe provocando: — Vocês nunca deram chances aos outros.

Girando a espada na mão ele fechou a expressão e desceu de uma só vez a lâmina no centro do crânio do homem, estourando-lhe os ossos e atravessando-lhe o cérebro, matando-o de uma vez só e caindo ofegante de joelhos em seguida, sentindo-os se ensopar no sangue fresco que continuava a escorrer pelos membros decepados. "Acabou", pensou consigo mesmo e forçou a mão no punho da espada, erguendo-se com dificuldades, "finalmente acabou". Ele guardou a espada na bainha e apertou o braço esquerdo que ainda estava sangrando. Cambaleando ele buscou a sua outra espada e desativando-lhe os poderes, embainhou-a.

Ele estava pronto para ir embora quando ouviu um murmuro de dor, um sussurro de medo. Quase que por instinto ele se virou, pensou, na parte mais profunda de seu inconsciente, que fosse uma criatura perdida no meio do campo de batalha, porém era ainda pior, o choro vinha de Stein. Hirako andou lentamente até ficar de frente para o monstro que derramava lágrimas enquanto agonizava perto da morte, o olhar infantil que ele carregava na face de doze anos de idade atingiu os olhos do shinobi e lentamente a fera sussurrou: — Me... Ma... Te...

Hirako sentiu o coração apertar e fechou os olhos virando o rosto. Odiava demonstrar qualquer coisa, preferia ser visto como o durão incapaz de sentir qualquer coisa, mas no fundo ele sentia, para seu desprazer. Soltando o braço ele buscou na parte de trás de seu corpo, dentro de uma bolsa de couro amarrotada, uma kunai comum - e aquilo seria mais do que o suficiente, sabia disso pelo estado que Stein se encontrava.

— Perdão. — Hirako disse e sacudiu o braço penetrando a kunai no olho da fera, aprofundando até o cérebro, matando-a, porém ele não se abaixou e removeu a arma, nem mesmo encarou o resultado, ele apenas ouviu o ar se acabar no corpo de Stein e deu as costas indo embora para sempre do lugar.

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Hades.
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Re: [FILLERS] Himawari - Karma. - 6/10/2016, 21:13

Originalidade: 10.
Gramática: 10.
Fluidez: 9.
Interpretação: 10.
Treinamento: 9.
Total: 50/50 (arredondando)   50 pelo bônus.

Parabéns, boa narrativa. Muito envolvente.

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[FILLERS] Himawari - Karma.  Black_and_white_by_bezeta
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Mako
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Re: [FILLERS] Himawari - Karma. - 9/11/2016, 16:14


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ママ -Mama-
Hirako deveria estar treinando, porém o seu entusiasmo estava morto. Havia retornado a aldeia há poucos dias, nenhuma missão havia sido-lhe entregue e tudo o que restava-lhe era tentar se tornar mais forte. Entretanto, talvez por uma gota de arrogância, ele não acreditava que precisasse daquilo. Stein ainda era uma memória fresca em sua mente que revelava-lhe a própria força. Talvez, divagava, os membros do alto escalão apenas estivessem tentando atrasá-lo. Portanto, ao invés de praticar suas técnicas, o garoto estava com o seu corpo sobre o gramado em um bosque dos arredores da aldeia, quase pegando no sono enquanto observava a fina camada de névoa tentando surrupiar os raios de luz solar.

Quando os seus olhos estavam quase fechados, uma águia gritou pelos céus planando em sua direção. Sutilmente, ele ergueu o braço e a ave pousou, coçando a cabeça indiferente para o rapaz. Ele puxou o laço sobre a pata do animal, tirando-lhe o pergaminho que ali se enroscava. Em sinal de agradecimento, a águia sacudiu o corpo e bateu as asas brevemente antes de retornar ao voo. Dentro do pergaminho haviam informações sobre uma tarefa - não classificada como missão - que a própria Mizukage gostaria que ele averiguasse. Afinal, uma das qualidades necessárias para se tornar um bom shinobi eram as de investigação. Hirako suspirou profundamente enquanto lia os primeiros parágrafos, porém tudo paralisou e seus olhos regalaram-se quando leu do que realmente tratava-se: um remanecente da organização Naipe.

Havia matado um há poucos dias. Na verdade, ele havia matado outro há anos. Era como se o seu passado tentasse, a todo o custo, retornar ao presente. Seus dedos amassaram o pergaminho que terminava por dizer que a possível pessoa era uma mulher da organização cuja tarefa era, inicialmente, ser inserida como uma mãe aos experimentos. Hirako, porém, sabia muito bem o que a tal mulher fazia. Conhecida como Noruma, a mulher era apenas uma psicótica que gostava de maltratá-lo. Dizia-lhe que aquilo tornaria-o mais forte um dia.

Todas as lembranças e a informação impressa no papiro fizeram com que um surto de motivação agisse dentro de seu corpo. Precisava dar um ponto final em toda a organização de um jeito ou de outro, ainda mais aquela mulher. Ela era, depois do líder, a pior pessoa dentro daquele complexo. A sua espada estava bem ajustada na bainha e para aquilo, ele saiu em direção ao horizonte. De acordo com a fonte da informação, a mulher estaria em um esconderijo ao leste da aldeia. Ninguém sabia, entretanto, quais eram as intenções dela. Mentalmente, ele foi revisando todas as possibilidades de confronto. Afinal, ela não era uma kunoichi. Hirako não tinha certeza se em algum momento houve um ninja dentro da Naipe. Ainda assim, Makita havia se mostrado um oponente poderoso com auxílio de Stein. Definitivamente não era possível desmerecer as chances de Noruma estar com algum projeto semelhante.

"Você nunca será amado por ninguém a menos que seja forte", eram as palavras de Noruma para ele quando mais novo, "e você é apenas um fracote inútil", completava-se sempre. Ainda que a sua calmaria natural fosse intensa, ele não continha o aperto de lábios frustrados pela lembrança. Obrigavam-lhe a chamá-la de mama, diziam-lhe que ela era a única figura materna que poderia haver para ele no mundo inteiro, mas ela apenas o destruía por dentro. Em meio às árvores dos bosques e pela primeira vez em algum tempo, Hirako se viu derramando lágrimas ainda que não estivesse percebendo nenhum tipo de traço sentimental.

Parou subitamente em meio a floresta, enxugando os olhos com as mangas de sua vestimenta. Respirou fundo, buscando manter o foco em tudo aquilo. Não aceitava se entregar aos sentimentos mais melancólicos possíveis, não naquele momento. Havia uma tarefa para ser feita, disse a si mesmo. Em meio aos pensamentos, o som cortante de uma flecha surrupiou-lhe o silêncio, seu ombro direito ardeu e molhou-se, uma arma de madeira com a ponta feita em metal se prendeu ao solo a frente dele. — Mas... o que? — Inquiriu para ninguém em específico, levando a mão esquerda ao ombro, sentindo sangue na região. Sutilmente, o barulho da corda de um arco sendo forçada surgiu pelos ares, ele percebeu o que estava por acontecer e olhou ao redor, buscando uma resposta. Novamente, uma flecha foi disparada e seu som cortou os ares, desta vez não acertando Hirako que conseguiu desviar no último instante com um salto para trás.

— Quem está aí? — Gritou, puxando a espada e colocando-a em frente ao corpo em posição de guarda. Ainda não tinha uma visão de seu inimigo, mas sabia que não podia esperar por nada positivo daquilo tudo. Brevemente uma risada eclodiu em meio as árvores e uma flecha mais veloz, porém menor, rasgou-lhe a parte de trás do joelho esquerdo, derrubando-o com uma perna dobrada sobre o gramado. — Você continua um fraco inútil — disse uma voz feminina, os olhos de Hirako semicerraram-se. Nunca esqueceria-se daquele timbre de voz. Jamais poderia enganar-se a respeito da sonoridade das palavras proferidas por Noruma.

Como se estivesse desistindo, ele recolocou a espada na bainha, o som metálico sumindo aos poucos. Em rendição, ele abriu os braços erguendo-os. — Pode sair e me capturar como prisioneiro se quiser, Mama — anunciou, a voz vazia de emoções. Àquilo, uma risada respondeu. A seguir de uma flecha que atingiu-lhe na altura da clavícula, atingindo-lhe um ponto de pressão que o fez cair de costas contra o chão sem nenhuma consciência.

(...)

Ainda de olhos fechados, Hirako sentiu o calor e o barulho de uma fogueira. Lentamente seus olhos abriram-se, revelando-lhe o inesperado. Não havia nenhuma luminosidade exceto a de uma fogueira em sua frente, dois espetos com peixes estavam próximos das chamas e mais adiante, uma silhueta feminina mexia em um arco longo de madeira. — Virou uma primata? — Indagou com a voz ainda rouca pelo desmaio. A mulher se moveu bruscamente, apontando-lhe o arco sem nenhuma flecha prestes a ser disparada. — Está vazio, Mama, não poderá me matar assim.

— Calado! — Mama ordenou, a voz era ríspida ainda que imersa em tensão. Hirako percebeu que o corpo estava mais leve e tentou se mover; seus braços e pernas estavam amarrados para trás e nenhuma arma mais estava com ele. Suspirando, ele indagou a ela: — Mama, onde está a minha espada? Sou apegado a ela, conquistei-a de um maluco imortal — comentou, tentava parecer simpático apesar de tudo. Como um macaco, a mulher se aproximou arrastando os pés pelo chão em saltos curtos. Ela olhou-lhe profundamente e sorriu com os dentes amarelados e podres. — Escondida, Jack-kun.

— Precisava mesmo me amarrar? Sou grandinho, sei me comportar — brincou abrindo um sorriso imensamente falso, porém simpático. Mama afastou-se como se temesse aquela expressão, apontando-lhe outra vez o arco ainda vazio. Hirako suspirou mais uma vez. Não era a mesma mulher, aparentemente. Antes, a mulher era mais firme e menos... grotesca. Nem mesmo os traços psicopatas pareciam estarem mais ali. — Está vivendo aqui agora, Mama? — Hirako tentava descobrir mais para o seu relatório. As cordas em suas mãos não eram capazes de segurá-lo, porém ainda não tinha o desejo de fugir.

Sem nenhuma resposta, a mulher se esgueirou para a escuridão e retornou com uma flecha verdadeiramente apontada para a cabeça de Hirako. — Por que estás aqui? Quem lhe enviou? Queres me matar, não queres? — A mulher parecia apavorada enquanto indagava aquelas coisas. — Não, definitivamente não quero matá-la. Estou aqui por acaso, estava cansado de ficar parado no meio das árvores e resolvi andar — mentiu, o olhar ainda firme e calmo que não revelava nenhum traço da lorota. Mama encarou-lhe desconfiada, mas abaixou em seguida o arco e flecha.

— Entendi, pelo menos aprendeu a mentir — o timbre de sua voz mudou e tudo se iluminou subitamente. Hirako assustou-se, olhou ao redor e percebeu uma criança ao lado de um interruptor e todo o interior do local feito em placas de titânio. Era quase como uma réplica dos laboratórios da organização. — Finalmente o tenho comigo, posso retornar a pesquisa e criar soldados decentes. Mais soldados que possam lutar ao contrário de um fracote como você — provocou, passando a ponta da flecha pelo queixo de Hirako que não moveu um músculo sequer. Gargalhando, a mulher afastou-se e ordenou que o ajudante recolhesse uma parcela do sangue de Hirako.

Enquanto o menino se aproximava, o jovem olhou mais atentamente ao redor e percebeu tanques onde corpos e inseminações eram realizadas. Eram idênticas às da Naipe. Mesmos padrões, mesmas nomenclaturas estampadas em relação a cartas de baralhos. Hirako sentiu o coração disparar e quando o menino ficou próximo de seu corpo para retirar-lhe sangue, ele rompeu as cordas e empurrou-o para uma das paredes, desacordando-o. — Maldita! Está fazendo o mesmo que a organização?! — Rugiu encarando-a. — Não! Estou fazendo melhor, pois estou cultivando outros tipos de células também. Tenho uma ajudinha de um membro de outra aldeia, mas não vem ao caso. Seja como for, apenas aceite que você é uma falha e eu preciso de novos brinquedos!

— Falha? Afinal, o que você tanto quer? E como está arranjando estes fetos? — Mesmo sem uma espada, ele sabia o que queria. Ignorou as dores dos ferimentos anteriores e caminhou aproximando-se dela. — Grávidas idiotas. É claro, eu nunca faria algo com as minhas células. E sobre a sua outra pergunta, apenas quero um exército perfeito para a glória da névoa — a mulher respondeu abrindo os braços.

Hirako moveu-se como um vulto, seus passos foram tão rápidos que mal foram audíveis. Estava em frente ao corpo da mulher em menos de um momento, acertando-lhe um soco tão intenso contra o estômago que ela arregalava os olhos prestes a perder os sentidos. — Que motivo estúpido — recitou, a voz baixa e rouca como um assassino. Mama caiu de joelhos sem nenhum ar para soltar, Hirako a encarou de cima, subjulgada, relembrando-se de todos os momentos com a mulher na Naipe. Lentamente, a mulher sacudiu o corpo em meio a risadas e uma cauda feita de carne e sangue surgiu-lhe, subindo e acertando o corpo de Hirako que foi jogado para trás, em queda livre.

É exatamente como o poder daquela mulher, pensou enquanto sentia as costas batendo fortemente contra o chão de concreto. Assim que ergueu-se, notou que o corpo da mulher era o mesmo magricelo de antes, mas um de seus olhos estava vermelho e negro enquanto a enorme cauda como a de uma serpente continuava a se projetar para fora de seu cóccix. — Somente uma cauda? Aquela mulher conseguia projetar vários tentáculos ao mesmo tempo — provocou, debochando da condição de Mama. A mulher não pareceu se importar. A velocidade de seu corpo mudara absurdamente, alcançando-o com sagacidade. Hirako precisou fazer uma ponte para trás com total destreza para desviar de um esmagamento completo feito pela cauda de serpente.

— Eu sempre quis matá-lo, Jack-kun — Mama anunciou, avançando outra vez contra ele e desta vez tentando acertar-lhe com a cauda vindo contra o seu peito. Hirako precisou jogar o corpo para o lado a fim de esquivar, mas Mama pareceu prever aquilo e fez com que a cauda retornasse no formato de um rabo de escorpião, atingindo-lhe contra as costelas e jogando-o metros de distância dali. Ele apenas parou quando atingiu um dos tanques, destruindo-o. Suas costelas estavam vagamente danificadas, podia sentir. — O mesmo fracote da infância, você realmente precisa morrer — provocou, rindo. Aos poucos, ele ergueu-se com uma mão sobre as costelas e um sorriso no rosto.

— Assim como Makita, você abandonou a humanidade para se tornar em um monstro — comentou, encarando-a gentilmente. Noruma pareceu furiosa apertando os olhos e avançando em meio a um grito feroz. A cauda tentou atingi-lo horizontalmente, mas ele saltou para trás escapando; o golpe destruiu outros dois tanques de água. Hirako tropeçou em seu pouso, caindo sentado pelos danos anteriores. — Onde deixou a minha espada, Mama? Gostaria de matá-la com a Ginkui — comentou, ainda sorridente. Mama pareceu entrar em loucura. Seus olhos ficaram intensos e os golpes, frenéticos. Movimento após movimento, ele continuava se esquivando como podia e mais partes do laboratório eram destruídas pela própria dona.

— Maldito! Pare quieto e deixe-me matá-lo! — Rugiu em meio a um dos movimentos que culminou na cauda presa dentro da parede. Hirako sorriu com os pés acoplados ao teto, a mulher encarou-lhe e rapidamente ele recebeu uma aura de energia verde enquanto a pele ganhava tom avermelhado. — Seimon... — sussurrou e avançou contra a cauda, cortando-a ao meio com apenas um chute. Mama cambaleou para trás, gritando de dor. — Interessante, você sente dor pela cauda. A mulher que enfrentei não demonstrou sinal algum disso — comentou, a pele exaltando seus novos poderes.

— Você é um maldito demônio?! — Hirako encarou-a com olhos serenos apesar da pele avermelhada. — Mama — ponderou, o movimento de seu corpo sendo rápido o suficiente para ficar de frente para ela, uma mão sobre o canto do queixo e a outra ao lado da cabeça — sou apenas um fracote, lembra? — inquiriu quebrando-lhe o pescoço. A mulher caiu sem vida, a pele de Hirako retornou ao normal e nada mais do que um olhar sem emoção pela vida ali perdida. A dor em suas costelas veio outra vez, derrubando-o sentado.

— Ah, merda — resmungou encarando o próprio torso. Arrastou-se até encontrar a espada Ginkui, estava escondida em meio a outro tanque do laboratório. Após aquilo, ele buscou uma saída e avançou em direção ao vilarejo. Em seu relatório, anotou toda a operação. Dois dias depois, ele recebeu uma resposta à tarefa dizendo que não haviam encontrado nenhum corpo no local.

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Re: [FILLERS] Himawari - Karma. - 9/11/2016, 16:37

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