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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Inverno

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Treino de status. - 11/6/2016, 20:23

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É estranho, um lugar tão inconveniente e inóspito abriga centenas de vidas desamparadas. O deserto... dê a uma criança roupas, água e uma arma qualquer e jogue-o no deserto. Espere um pouco... uma semana já bastará, o garoto se perderá para sempre e para você retornará um homem. O deserto é mais educativo do que a maioria dos auto proclamados mestres. E por que eu digo-lhe isso? Por que eu nasci e fui criado no deserto, aprendi a sobreviver no deserto, a combater no deserto. Ele é como um pai para mim, que substituiu um que eu não vejo há muitas luas.

[...]

Olhei para trás, tudo que via eram pegadas, algumas mais alarmantes e outras já sendo apagadas pelos ventos. A minha frente apenas dunas infinitas e muita areia, o que me instigava a questionar o por que de estar caminhando naquela direção. Ah, sim, há duas respostas possíveis para essa questão; 1. se eu ficasse ali, não demoraria muito para morrer. 2. estava indo visitar um velho amigo.

Talvez fosse sensato descansar um pouco e me hidratar, e a escolha se provaria mais sensata ainda a medida em que vi uma tempestade de areia aproximando-se pela encosta. Corri o mais rápido que pude contra o solo difícil de caminhar e abriguei-me em uma caverna que pude ver agora após atravessar uma duna.

[...]

Descansado, dirigi-me para meu destino. Já não estava tão muito longe, então demorou pouco menos que 10 minutos de caminhada, entrei em uma floresta e senti a umidade do ar subir consideravelmente. Minhas roupas eram um manto marrom, um capuz e várias adagas por baixo da roupa, caso algum engraçadinho houvesse de tentar me roubar.

Depois de muito andar, ver e ouvir coisas estranhas de um lugar que eu não estava familiarizado e escorregar por diversas vezes em musgo, cheguei ao meu destino. Estava lá, uma casa com varanda cercada por um lago, apenas uma trilha de pedra era o meio de chegar até lá.

Em minha caminhada fui interrompido, alguém pôs uma faca em meu pescoço e perguntou:"quem é você e oque quer aqui?" respondi calmamente "o leão da montanha nunca rebaixa-se" seja lá quem estivesse atrás de mim baixou a faca e sorriu. Ambos retiramos nossos capuzes e ficamos frente um ao outro, um sorriso se desenhou em minha boca ao ver meu velho amigo ali. Dei um longo abraço bradando sorridente "A quanto tempo velhote, parece que nunca perde o jeito com as facas" e ele respondeu-me "Talvez perto de você eu o perca, caro amigo" ambos sorrimos e entramos na casa.

Depois de uma longa conversa contei-lhe a que vim, e ele concordou em me treinar uma outra vez. Ele já havia treinado-me antes, em minha infância, ensinou-me o que havia para saber do básico de um combate corporal e me mostrou como sobreviver no deserto. Encerrou meu treinamento e mandou-me voltar quando tivesse amadurecido o bastante, então lá estava eu, para concluir o que me foi proposto.

Fomos até o bosque, o treinamento era muito simples: lutaríamos na selva usando o máximo das habilidade de ofuscação e combate corporal, treinaríamos a capacidade de imobilizar alguém, movimentar-se sem ser percebido e resistência para um combate de longa duração. Todos preparados, ele jogou uma moeda para cima e ao cair dela ambos nos distanciamos para lados opostos.

Escondi-me em uma árvore qualquer e usei das habilidades ninjas para escalá-la usando o chakra nos pés, saltei para um galho e agarrei-o com as mãos me jogando de galho em galho até encontrar uma marca no chão. Parei em cima de um dos galhos e analisei-o, logo ouvi um ruído e saquei uma das adagas de minha roupa, subi o capuz e fui ligeiro em minha corrida, ágil como um gato. Ao saltar para uma das árvore receptei um chute em minha costela que me jogou direto para o chão, mas como um gato nunca cai de costas, fui rápido em recompor-me e aterrissar de forma segura. Vi sua aproximação e evadi para a esquerda, um chute passou raspando meu ombro mas nada ocorreu, devolvi um pontapé na coxa de Ifrith, o velho, e conectei um golpe com o calcanhar em suas costas após rodar em meu próprio eixo.

Aproveitando de seu desequilíbrio momentâneo, pulei em uma das árvores e rapidamente ocultei minha presença, escondendo-me de sua visão. Arremessei uma faca mirando suas costas e a vi sendo defendida por uma espada curva muito afiada, que partiu-a em dois. Experimentei alterar minha posição e arremessei uma faca de suas costas outra vez, mas movi-me rápido para surgir ao seu lado no momento da defesa para apontar a faca para seu pescoço. Tudo ocorreu como eu previ, ele defendeu a primeira faca jogada mas não teve reflexo para reagir ao meu desarme, talvez pela idade que roubara-lhe sua agilidade da era de ouro. Rendendo-se, ambos guardamos as armas e ele disse-me: "ainda há muito que melhorar, mas você já superou esse velho aqui, não há nada que eu possa ensinar que você não saiba. Mas seja menos óbvio, garoto." Apenas ouvi e acenei com a cabeça de acordo. Depois ficamos de conversa e fomos dormir, pois no dia seguinte havia muito o que fazer.

Já no dia seguinte, minha rotina começaria cedo. As 5am estava lá eu, tomando café e comendo para ter energia suficiente para a sessão de treinos que faria. Comecei com 200 abdominais, e isso era apenas aquecimento, depois das abdominais parti para corrida no deserto, vesti uma roupa bem solta e que me protegia do sol o suficiente, levei bastante água pois dentro da roupa faria um inferno, mesmo que minha temperatura corpórea - que seria preservada dentro da roupa - fosse menor que a do deserto, continuaria quente o suficiente pra morrer de desidratação, e daí a água. Corri por volta de 20 quilômetros, tive que enfrentar algumas tempestades de areia no caminho, mas não no sentido literal, mas sim tive que me esconder delas ou desviar de suas rotas, nunca sobreviveria em uma. Depois da corrida eu descansei, almocei e voltei aos exercícios pela tarde. Agachamentos, barras, escalar dunas e descê-las era fácil aos olhos de um expectador, mas o ângulo de certas dunas se torna uma escalada árdua graças ao terreno fácil de ceder.

Três horas por turno de treino continuo pra melhorar a resistência eram perfeitos, e isso continuou por uma semana inteira, até que então chegou o dia do retorno ao meu lar: Konoha. Voltei triunfante e extremamente bronzeado, o que era uma visão cômica, apesar de só ter passado para o deserto na parte pós-duelo com meu velho amigo. Estava cansado, talvez dormisse pela próxima semana.

Spoiler:
Hit Points: 200
Chakra Points: 290
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Re: Treino de status. - 12/6/2016, 09:23

Originalidade: 15/20
Gramática: 18/20 (muitos ''mas'' e alguns pequenos erros aqui e ali, no geral foste muito bom)
Fluidez: 17/20
Interpretação: 15/20 (nada dos defeitos foi apresentado, na próxima eu tiraria mais pontos)
Treinamento: 20/20
Total: 85/100

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Treino de status. Ps1dM0N
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Re: Treino de status. - 12/6/2016, 16:45

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Essa história começa exatamente como você imagina, em uma grande colina no país do fogo vivia uma jovem mulher. Forjada no calor da batalha desde sempre e criada nos temores da guerra para saber seu lugar no mundo, o lado certo da espada.

Mas ao contrário do que imagina, não vivencia uma guerra, não ainda ao menos. Mas por temer ficar longe dos confrontos excitantes de uma luta e cair no ócio de uma poltrona aconchegante pelo resto de sua vida, ela tornou-se uma ninja. Uma kunoichi, para ser mais exato, seu dever era, junto com os demais shinobis, ninjas homens, zelar pela paz, segurança e ordem de sua vila.

Por simples capricho ela escolheu a vila da folha como sua morada, pois sua agradável aparência tornou-se, para ela, algo pelo qual se valia lutar. Assim como mais tarde descobriu bons amigos pelos quais não se importaria de morrer protegendo, isso se chama família. E família significa que ninguém é deixado para trás ou esquecido.

Mas, uma vez que estou lhe contanto essa pequena história, deva querer saber o que há de importante nela. Então lhe pergunto, como é medida a duração da paz? Será pela quantidade de homens que trabalham para mantê-la ou pela quantidade de indivíduos que a ameaçam? Talvez os dois, pelo menos é o que se conclui dessa história.

Uma tempestade sempre é precedida de uma calmaria, mas essa calmaria em questão era como as ondas do mar. Você sabe que estão calmas, mas mesmo assim as teme, principalmente por que sabe do que elas são capazes. E assim sente aquele frio na barriga que lhe tira o sono e o apetite e lhe enfraquece aos poucos.

— Tenho um pressentimento ruim — a garota proferiu, limpando o suor de sua testa, mas ninguém a deu ouvidos. Tão embora ela não tenha dito para ser ouvida. Estava voltando de mais uma de suas viagens, a caminho de sua vila com um grupo de mais sete ninjas, Genins iguais a ela. Todos cansados, mas ela não, graças ao seu estilo de luta conseguia vencer sem desgastar o corpo, e por isso sempre cuidava das vigias noturnas.

De longe avistou uma fumaça escura a qual identificou como uma fogueira, alertando o restante de seus amigos para prepararem-se. Mas conforme foi aproximando-se notou que não se tratava somente de uma fogueira, mas sim de um incêndio de proporções titânicas. A própria vila da folha ardia em chamas.

— ?! — a expressão de espanto tomou conta das feições de todos ao ver tamanha brutalidade, pessoas corriam por todos os lados fugindo da vila aos berros e tropeços, passando por cima umas das outras e abandonando quem quer que fosse. O que em Oblivion geraria tanto caos? Provavelmente a resposta para essa pergunta era a mesma que respondia o pressentimento ruim que a kunoichi sentira outrora.

— Socorro... alguém me ajude — ouvira de longe, seus sentidos estavam apuradas naquela situação. Correu para socorrer o garotinho que estava soterrado entre rochas, fez um movimento com as mãos e a cúpula logo circulou o lugar, tornando fácil a remoção dos entulhos. — Um homem! Ele está no centro da vila, ele é o culpado por tudo isso! — o garoto berrou e correu, sem sequer agradecer a jovem, mas ela não ligou para isso. Uma fúria sedenta por sangue e a feição macabra em seu rosto indicavam sua raiva naquele instante, e seus passos pesados romperam pelo chão conforme sua caminhada árdua.

Eis que deparou-se, mas o pequeno garotinho enganara-se quanto aos números; não tratava-se de um, mas seis homens. Uma luz acesa nas mãos indicava a arma que usaram para queimar as casas e a pintura de guerra indicavam a que trupe pertenciam — Os filhos das cinzas — sibilou para si mesma, puxando a Nodachi de sua bainha e postando-a em posição defensiva.

— QUEIMEM TODOS — gritava o aparente líder da incursão, seu rosto maligno exalava uma aura negra como jamais a garota havia visto. Ele olhou para a garota e lhe dirigiu uma bola de fogo, minúscula mas mortal. Mas esta foi rapidamente partida pela katana e dissipada no ar, e pelo rosto do piromante tamanha afronta era imperdoável.

Mas uma rajada contínua de flechas jorrou das casas e obrigou-o a defender-se com um manto rúnico de chamas, incapacitado de realizar qualquer ataque. — Sua ajuda chegou — o arqueiro disse, do alto de uma torre empunhando um arco especial que brilhava em tons azulados. Flecha após flecha ele atirou e todas foram facilmente interrompidas pelo manto erguido pelo Filho das Cinzas, mas sua investida não cessou, não até que uma bola de fogo voou pela torre e demoliu-a obrigando o arqueiro a saltar para o telhado de outra casa para simplesmente manter-se vivo.

Tomada pelo impulso de fazer algo para ajudar seu companheiro, buscou no chão qualquer coisa afiada, até achar a ponta de uma flecha quebrada. — Room! — bradou, e a redoma engoliu a todos. — Shambles! — arremessou a flecha para o lado e fez-a surgir por dentro do manto rúnico do piromante, acertando seu antebraço e obrigando-lhe a cessar sua magia momentaneamente para remover a flecha.

Os outros indivíduos que repensaram a ideia de deixar seu líder mostrar seu valor mais uma das incontáveis vezes resolveram atacar com força total, bolas de fogo e rajadas voaram contra a garota, mas ela ardilosamente moveu uma rocha qualquer e colocou-a entre ela e os golpes, conseguindo salvar-se da cremação. Aproveitou o breve momento que havia para os magos recarregarem-se do uso contínuo de sua força e partiu a rocha em dois com a lâmina que empunhava, usando mais uma vez sua habilidade singular para teletransportá-la acima da cabeça de um dos usuários de chamas, esmagando-a contra o chão conforme a queda.

O espanto deles gerou um leve momento de hesitação e a kunoichi usou-o para deslizar até um esconderijo mais apropriado, uma casa inteira construída somente em pedras, no entanto sem telhado, graças ao fogo que desabara-o. Puxou de sua bolsa ninja um montante de facas metálicas e arremessou-as seguidamente contra o mesmo alvo, mas viu-as sendo completamente defendidas. Todas menos uma, que voou por suas costas e atingiu-o na espinha, dando brecha para o arqueiro finalizá-lo com um tiro certeiro entre seus olhos.

Mas a festa estava próxima do fim, o líder recuperou-se completamente do ferimento. E dessa vez sabia todos os movimentos que os dois ofereciam no momento, reduzindo consideravelmente suas chances de vitória. Ergueu-se das chamas como uma fênix e coordenou uma labareda de fogo a voar contra a casa-apoio do arqueiro, que simplesmente desabou junto do telhado. — Não! — gritou Hael, a kunoichi. Já cansara-se de ver seus amigos caírem, seus olhos ardiam em chamas mais vivas que as de qualquer piromante ali.

— ROOM! — a redoma ergueu-se outra vez. — SHAMBLES! — Um amontoado de flechas voou por todos os lados do Filho das Cinzas, que ergueu seu manto de fogo para incinerá-las antes que lhe tocassem. Mas esqueceu-se da katana. A lâmina cravou-se em suas costas perfurando seu peito, pois seu manto rúnico não tivera capacidade de queimá-la antes que ela completasse seu objetivo, e ele cessou qualquer tipo de poder.

— Sente essa dor, piromante? Lembre-se bem de quem lhe causou ela. Lembre-se do meu rosto até o fim de seus dias! — a espada retornou a mão da garota que posou triunfante sobre o corpo caída do homem, mas este não morrera. Mais tarde as autoridades arranjaram-lhe algemas especiais que anulavam seu chakra e ele permaneceu preso.

Os outros Filhos das Cinzas? Aniquilados, depois do atentado, Hael pôs-se a caçá-los vorazmente e encontrou um por um todos seus esconderijos, queimando todos para marcar uma derrota poética. Com isto, bastava que ela retornasse para sua casa e descansasse, afinal, a batalha foi árdua.

No dia seguinte, ovações e cartas agradecendo sua ajuda chegaram em suas mãos, tirando leves lágrimas da jovem ninja.


Spoiler:
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Re: Treino de status. - 12/6/2016, 19:01

é um por semana.
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Re: Treino de status. - 12/6/2016, 19:09

Ele postou no sábado, e hoje é otra semana, Sir Maick. q

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Re: Treino de status. - 12/6/2016, 19:11

Eu, li hoje, perdão. Ja avalio.
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Re: Treino de status. - 12/6/2016, 19:18

Originalidade: 10/20
Gramática: 15/20
Fluidez: 15/20
Interpretação: 15/20
Treinamento: 15/20
Total: 70/100
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Re: Treino de status. -

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.