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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 70DG
Hanatarō olha para a vila do topo do prédio do Departamento de Pesquisa. Há dois anos era uma salinha no fim do laboratório geral da vila, agora tinha seu próprio prédio tão alto quanto o próprio escritório do Kazekage. Hanatarō sorri vendo as pessoas andando felizes na nova vila construída graças aos avanços científicos realizados com a inteligência de Takura, sua mentora. Antes, ele só via uma vila pobre, com construções de areia frágeis, com um horizonte desértico, dependendo de outras vilas, inclusive de Konoha, para conseguir sobreviver, mas agora... Sunagakure estava grandiosa novamente e tinha comprado sua independência. As construções ainda tinham porções de areia, mas eram forjadas em metais nobres, em ouro, em prata, criando grandes casas e prédios. As lojas estavam cheias de especiarias únicas, pois o trabalho de encontrar certos ingredientes se tornou muito mais prático desde que a vegetação voltou a florescer nos arredores da vila; onde antes era só deserto agora possuía vielas de relva, florestas, rios e uma fauna cheia de roedores, mamíferos e carnívoros.
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Vilarejo Atual

D. Resgate - em Sex 20 Maio - 3:33

Por que será que nessa loja nunca tem carne barata ? Estou quase ficando pobre por falta de variedade. — O caminho que percorro todos os dias, saindo de casa pela manhã para comprar algo para cozinhar e comer, é uma rua limpa e movimentada, com gente caminhando por lá a todo momento. O que não faltava se ver eram garotos brincando de jogar bola ou mulheres estendendo roupas nas janelas, mas o que mais chamava minha atenção, era a vista. Em uma pequena extensão do caminho, era possível ver um para-peito recobrindo uma grande distância, impedindo que pessoas desatentas caíssem naquela queda de pouco mais de dez metros e se machucassem. O que os outros viam como um perigo para suas vidas, eu encarava como um benefício enorme para a vista, pois se você deixasse de olhar para o precipício abaixo, enxergaria o horizonte adiante, um céu de vidro irradiando vida e beleza, algo que não me era muito frequente.

Diferente de todas as minhas travessias, um tremor fez com que a reflexão acabasse. O chão se partindo lentamente sobre meus pés me fez procurar abrigo até que aquilo parasse, mas não tive sequer tempo de reagir até que o tremor sessou, não havia ninguém ferido pelo que havia reparado olhando em volta — "As vezes a mãe natureza sabe ser culta" — Fiz piada da situação, mas uma sensação de preocupação se apossou de mim em segundos, uma respiração em minha nuca que parecia chamar meu nome, como um assassino antes de acabar com sua vítima, mas ao me virar, não havia coisa alguma ali. Olhando melhor em volta eu notei facilmente um pergaminho próximo de meus pés, ele estava carimbado com uma enorme letra "D", então vim a crer que fosse uma missão correspondente ao rank. Escrito com uma caligrafia impecável porém notavelmente apressada, me pedia que resgatasse trabalhadores aprisionados em uma das minas próximas, não deve ser uma tarefa difícil mas devo tomar cuidado da mesma forma.

Como resgataria homens de um desabamento de rochas eu não fazia ideia, mas deveria pensar em algo antes que algo pior ocorresse. Comecei indo até o local, por uma indicação no pergaminho, que por sorte era próximo de onde já estava, agilizando o resgate. Tudo que podia ver era um rochedo enorme, com um amontoado de pedras cobrindo o que parecia ser a entrada do local. Podia ouvir os gritos desesperados pedindo por ajuda, isso fez meu coração acelerar e a adrenalina começar a circular, mas não podia me desesperar agora, deveria pensar em como fazer isso sem esmagá-los do outro lado — "A coisa mais importante aqui é a comunicação, preciso primeiro acalmá-los e pedir que se afastem das rochas" — Com agilidade, escalei as rochas, chegando no ponto onde não haviam mais pedras que pudessem cair sobre mim, começando a atirá-las para longe, enquanto que com outras era preciso apenas fazer um pouco de força para empurrar, fazendo com que elas rolassem para os lados, sem atingir as pedras mais em baixo.

Tendo então aberto um caminho grande o bastante para conseguir ver os trabalhadores, provavelmente já poderia falar com eles — Ei, gente...ééé...eu vou salvar vocês. Mas eu preciso que...vocês se afastem, pode ser ? — A timidez me bloqueava como de costume, mas a adrenalina e vontade de salvá-los me deu forças no calor do momento. Conforme eu vi todos os trabalhadores se afastando, sabia que poderia começar a trabalhar mais severamente, ainda tirando as pedras mais acima, para que não caíssem quando as de baixo começassem a se mover. Conforme a altura ficou nivelada, bastante que os trabalhadores empurrarem o seu lado com força o bastante para abrir o caminho, então voltei para o topo das rochas e tentei convencê-los a me ajudar — Eu preciso que vocês empurrem, empurrem as pedras pelo lado de vocês com tudo que tiverem. Já devem conseguir movê-las. — Conforme o planejado, já conseguia ver as rochas tremendo e tremendo, até que elas de fato começaram a se mover para fora, abrindo caminho para os trabalhadores saírem daquele buraco e voltassem para onde deveriam estar, sua casa.

Estava encharcado em meu suor, minhas roupas sujas de terra e cobertas de pó. Eu adorava essas roupas, mas parece que teria que lavá-las ao menos duas vezes antes de poder vesti-las outra vez — Tommy ? Venha pra cá! Rápido! — Um grito feminino, uma mulher entre os trabalhadores estava encarando a entrada da mina com olhos de desespero, o tremor que começou dificultou toda a situação, precisaria procurar esse tal de Tommy e tirá-lo de lá antes que a mina se fechasse novamente — Saiam de perto daqui, eu trarei Tommy em segurança... — Entrei naquela cavidade escura e empoeirada, praticamente lutando para enxergar algo que pudesse ser um garoto, meu azar foi o tremor ter danificado os fios de energia, pois agora procurar pelo rapaz era mais difícil. Mas quando achei que fosse precisar chamar por seu nome, fui capaz de ouvir um fraco choro vindo de perto, mas outro tremor começou, mais intenso que o primeiro, com certeza faria com que a mina inteira desabasse. Corri na direção do choro, avistando a criança reclinada de bruços sobre o chão, em expressão de puro pânico logo em minha frente. O que me veio a cabeça imediatamente foi eu mesmo, após a morte de minha mãe, a fragilidade e terror que assolam uma criança geralmente são ligadas à família, então precisava fazer o garoto me ouvir — Ei Tommy, sua mãe quer que eu te leve até ela, você pode vir comigo ? — Esperava transmitir meu sentimento de igualdade junto à fala, o que pareceu ter sido entendido após ver o brilho de esperança em seus olhos. Ele acenou com a cabeça, concordando, então coloquei ele sobre minhas costas e corri para a saída, enquanto pedregulhos e rochas menores já começavam a cair da parte superior da mina, tudo ali seria enterrado sobre toneladas de rochas, talvez nunca mais encontrado, não poderia me dar ao luxo de me tornar um fóssil aqui nesse local, então eu darei o meu melhor. Agitado e focado em sair da mina, não notei a ativação de meu kakugan, meu olhos esquerdo era o único que sofria mudanças, indicando que eu ainda era humano apesar de tudo. Com a queda de uma gigantesca rocha próxima da entrada, percebi que não haveria jeito de sair em tempo, não sem algum tipo de impulso, com lágrimas nos olhos eu aceitei o meu fim, mas não seria capaz de me perdoar caso o garoto morresse sobre minha proteção, não iria me perdoar, não iria me perdoar, eu não iria. Com um pequeno surto, minha kagune saiu de minha lombar, disparando dois tentáculos vermelhos contra a rocha, partindo-a em pequenos pedaços, antes de desaparecer no ar com uma leve neblina vermelha. O garoto parecia não ter visto o que ocorreu, então coloquei o tapa-olho que sempre carrego sobre o olho esquerdo e saí da mina, em segurança, junto do garoto.

Muito gritaria e comemoração, seguida de agradecimentos me fizeram apenas agradecer a paciência deles e deixar o local, indo relatar ao Hokage do acontecido, ou talvez eu passasse em casa antes para trocar de roupa, afinal chegar nesse estado no gabinete não seria nada agradável.

BOLSA DE ARMAS (20)
Kunai: 5 [5]
Shuriken: 3 [3]
Hikaridama: 5 [5]
Kemuridama: 5 [5]
Kibaku Fuuda: 8 [2]

Utilizado
D. Resgate MGiR2wH
One-Eyed
Tipo: Rinkaku
Descrição: One-Eyed é uma Kagune variante da Big Eater, muitos acreditam ter sido uma experiência feita com o Kouhaku do Big Eater. O interessante dessa Kagune é o efeito transmitido nas células Rc de quem a utiliza, sua Kakugan não se transforma da mesma maneira que dos demais membros, somente um olho ganha a capacidade de se transformar, deixando resquícios de humanidade em que a utiliza. Quando liberado tem um formato idêntico ao do Big Eater, pode-se liberar até quatro tentáculos que se alongam e são magros, podendo rasgar inúmeros materiais dentro de seu limite de extensão (trinta metros). Sua capacidade regenerativa também é enorme, regenerando ferimentos médios com extrema facilidade.

HP: 200|200 CK: 200|200 Vel: 14m/s

Missão.:
Minas Subterrâneas - Resgate
Descrição: Você sente um tremor e de repente, uma das minas desabou! Você deverá procurar e resgatar os trabalhadores que não conseguiram sair! Haja rápido e com cautela!
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Convidado
Convidado
Anonymous
Vilarejo Atual

Re: D. Resgate - em Sex 20 Maio - 13:41

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