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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 70DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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[Melhoria] - AkumaNoMaki - em 2/5/2016, 22:09



Talvez valha a pena!


(...)

 Asura Kurama, eis o nome de um menino especial, claro, como toda pessoa diferente, Asura não acreditava fazer parte desse mundo. Era uma parte dele que dizia isso, a outra parte eram as pessoas de seu clã e vila. Cresceu assim, nessa esperança de encontrar algum valor a vida, de tentar conhecer coisas novas e fazer novos amigos, porém nunca conseguia, era isso o que o destino reservara pra ele.
 Tudo começou quando Kurama nasceu, desde cedo apresentou aptidão ao genjutsu, pressupondo-se que era um Kurama isso parecia soar natural, mas não era esse o caso com Asura, ele demonstrava que estava para nascer de si um poder outrora desconhecido, algo que nem os mais crédulo na linhagem principal poderia imaginar que chegasse a tanto, e, um garoto de oito anos demonstrasse esses poderes ocultos. O medo a partir desse ponto era extremo, todos de seu clã temiam a força do kekkei genkai, e, por isso, todas as pessoas ao seu redor - inclusive familiares - passaram a proteger o garoto de uma forma doentia, tratavam ele da melhor maneira possível, e, assim cresceu, até atingir os sete anos de idade, foi ai que tudo parecia ir por água abaixo, afinal, ele ingressaria na academia. Sua irmã foi responsável por esse ato, ela acreditava em Asura, e, nele via uma bondade que passava despercebida a visão dos demais membros do clã.
 Entrou na academia sem nenhum amigo, e saiu de lá assim também, não porque Asura não quisesse ter amigos, a verdade era que ele havia se tornado introvertido depois de anos de proteção do seu clã, e, seus livros se tornarão a melhor companhia, tanto que, muitas das vezes era pego lendo livros dentro da sala de aula, ao invés de estar atento as explicações de seu professor. Obviamente Asura era muito aplicado, apesar desses deslizes ele sempre tirou as notas mais altas de sua turma, pois era altamente inteligente e tinha um conhecimento matemático quase infindável.

(...)

 Asura... Você não deve ter amigos, pode acabar machucando-os - dizia sua mãe, séria olhando para o garoto surrado a porta de sua casa - possivelmente obra de alguns dos seus colegas, que ao ver o menino indo tão bem se corroíam de raiva, e descontava nele com socos e chutes. - Temos que agradecer ao fato das outras crianças estarem bem... E nós também. - essa última frase foi dita em sussurro pelo pai, a irmã entra correndo, vestida de branco e carregando um simbolo vermelho nas costas - ele era uma ninja médica de Konoha - O que houve Asura ? - olhou para o irmão já sabendo a resposta, provavelmente os colegas de Asura resolveram lançar toda a fúria que tinham em cima do garoto, magricelo e frágil.
 Ele foi pro quarto chorando, uma lágrima fria e transparente, invisíveis aos olhos dos pais e da irmã, está ultima porém sabia do que se tratava, e correu para o quarto do garoto, então ouviu-o dizendo: Eu não senti raiva por apanhar, irmã. Eu não quis que eles morressem, eu queria amigos, e ganhei inimigo... Eles me odeiam e eu não sei porque - ele olhou para irmã, lágrimas brotavam do seus olhos e escorriam, dessa vez muito mais visíveis do que antes, a dor estava sendo posta pra fora enquanto olhava para a irmã, a pessoa que ele mais amava até então - Meu irmãozinho, não chore, eles não entendem, mas você é muito importante! - chegou próximo ao irmão e o encostou em seu ombro: Eu... Eu sou importante!? - parecia dúvida das palavras da irmã, aquela que ele considerava a mais verdadeira das pessoas. Sim, você podia odiar aquelas pessoas, mas não, você ainda os aceita como possíveis amigos. Você não os odeia, e, continua sempre a prezar pela vida deles. - Asura sorriu, sua irmã saiu do quarto, e ele foi conversar com seu melhor amigo, pegou um livro "As tristes histórias de um shinobi solitário" e o leu, na realidade, conversou com ele, e, dormiu.

(...)

 Muito bem Asura, hoje vamos treinar juntos, pai e filho, não quero que meu filho seja um molenga, venha comigo - os dois estavam em um campo de treinamento que pertencia a família principal do clã, iriam treinar ao ar livre, e nem por isso Asura deixou de levar um pequeno livro de contos para ler enquanto caminha. Ele observava as árvores enquanto caminhava para o local do treinamento, virou-se para seu pai, suas bochechas coraram: Pai? - perguntou encarando o pai - Diga, Asura! - o menino sorriu, eram poucos os momentos que tinha a sós com o pai, e, poderia então, pedir conselhos para fazer novas amizades, afinal, não conhecia ninguém no mundo - se é que ele conhecia alguém além dos familiares - que tivesse mais amigos que o pai: Pai... Será que um dia eu terei amigos? Todos na academia me olham torto, pensam que eu sou um metido. Eu ás vezes erro as questões de propósito, e mesmo assim eles percebem, e acham que eu estou caçoando deles... - seu peito arfava enquanto abaixava a cabeça e olhava para o chão vendo formigas trabalhando, todas elas carregando friamente suas folhas. Não sei do que está falando Asura. Você nunca poderá ter amigos, se acostume com a solidão, morra se sentindo só, então no seu leito de morte comemore por nunca ter destruído o seu clã! - o pai não disse isso para entristecer o garoto, era esse o destino dele afinal, daquele que tinha manifestado o maior poder do clã Kurama, agora ele teria que aceitar esse fardo, não chorou, já esperava essa resposta.
 Vamos começar, Asura me ataque como bem entender! - o pai cruzou os braços, era quase dois metros maior que o filho. O garoto começou a correr em direção ao homem, foi com pequenos socos contra o peito de Maki - nome do pai de Asura - e foi interceptado pela perna esquerda do homem, que lanço o garoto contra algumas árvores. Então isso é tudo que você tem para o seu pai moleque? - O garoto olhou sério, por ser um gênio em matemática começou a calcular a distancia que estava do pai, resolveu que aplicaria ali todas as coisas que havia lido nos livros até então, começou a correr em direção ao pai, entretanto, deixou cair ao chão Makibishis - haviam trazido uma quantidade de armas para treinar, apenas o garoto portava elas - seu pai então percebendo a estratégia, riu: Então isso é ser um gênio matemático!? - ao garoto se aproximar ele lançou contra ele mais um chute, o jogando a direita de uma das makibishis, deixou o ali observando a arma. Achou que eu pisaria nelas? Oras! Eu sou um Jounnin garoto, essas armadilhas são inúteis contra mim, talvez você não sirva para ser shinobi. - olhou para o pai, e sorriu. Maki não entendeu o sorriso, e, ficou preocupado, achou que havia caído no genjutsu do filho, ele agacho e começou a chorar. Não meu filho... Por favor não me mate! Eu sou seu pai, sim, eu sou seu pai! - ele estava ajoelhado chorando, Asura tinha perdido a referência do que era seu pai, ele estava com o coração abalado, então era isso o que ele era, um monstro, pensou. Pegou uma kunai em seu bolso, chegou próximo da cabeça do pai e disse: Acabou. - o treinamento havia sido finalizado, o corpo de Asura estava muito machucado e ele passou alguns dias na cama, porém, a principal dor foi ver o pai implorando pela vida. Asura havia combinado que não iria contar o ocorrido a ninguém, a partir de então foi ordenado pelos seus pais a treinar sozinho, não era para ele estar com ninguém - e afinal com quem ele estaria ? - talvez com a solidão. (e os livros... sempre os livros.)


                                                                        Fim.


AkumaNoMaki










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Re: [Melhoria] - AkumaNoMaki - em 3/5/2016, 07:17

Originalidade  10/20

A história foi muito curta e simples, basicamente uma introdução ao seu personagem e um treino que ficou meio confuso na verdade.

Gramática  10/20

Olha, você tem alguns probleminhas com concordância verbal, tempo do verbo e pontuação. Seu mais problema é a diferença "tornarão-tornaram", e usa muita vírgula onde não há necessidade. Normalmente é comum isso, mas acaba prejudicando um pouco a compreensão do texto, precisando ler duas ou até três vezes. Em fillers principalmente, Akuma, precisa revisar o texto, pois a gramática é fundamental.

Fluidez  15/20

Apesar dos erros de gramática, o texto é bem simples e fácil, o problema é que você poderia separar melhor as falas, pensamentos e narração, e não colocar tudo em um só parágrafo, e isso pode confundir um pouco, tenta ser mais diversificado, se não quer usar muitas cores nos seus textos pelo menos  usa mais marcações.

Interpretação  15/20

Sua personalidade é perfeitamente demonstrada aqui, mas poderia ter usado um pouco mais seus defeitos, vicio e timidez foram levemente mencionados.

Treinamento  5/20

Praticamente não teve treinamento ou evolução nenhuma, não deu para entender direito no final se estavam em um genjutsu ou se era apenas medo.

Total: 55

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