Naruto RPG
Akatsuki
Não é o único, mas simplesmente o melhor!
Shaka retornou. O inimigo número um da humanidade num passado apagado da existência retornou ainda mais poderoso. Os fantasmas dos heróis que o aprisionaram no passado solicitaram a ajuda de guerreiros poderosos que estivessem dispostos a selá-lo na cadeia do tempo, porém, algo de errado ocorreu. Shaka não só conseguiu escapar dos inimigos como ainda corrompeu os fantasmas e roubou uma das três marcas sagradas do tempo. Enquanto isso, as vilas sofreram ataques massivos de seguidores da religião de Jashin, todos acreditando que Shaka é o verdadeiro deus da morte. Templos foram encontrados nos arredores de cada vilarejo e aos poucos foram derrubados. Mas o inimigo da humanidade não tinha apenas uma carta na manga; Kinarra, um demônio antigo, voltou do além buscando a destruição do mundo, entretanto, ao enfrentar os novos heróis da humanidade, acabou se aliando aos humanos até que Shaka reapareceu e a selou novamente mostrando todo o seu poder. O mundo se encaminha para uma era sombria ou de paz? Só o tempo dirá.
Ano: 66DG
15/03/19 - 05/04/19
06/04/19 - 27/04/19
28/04/19 - 19/05/19
20/05/19 - 11/06/19
17 / 03 – Estamos precisando de novos mestres, graças a alta demanda de novos jogadores o grupo de mestre necessita urgente de novas inscrição, leia mais informações clicando aqui.

07 / 03 Seja bem-vindo ao novo tema do Akatsuki 2019, após o período de 48 Horas de aplicação e testes ele finalmente está funcional, no entanto muitas mudanças, alterações e fixações de bugs ainda ocorrerão, fiquem ligados e quaisquer problemas ou dúvidas entrem em contato com DelRey e Akeido.

11 / 03 O novo sistema de NPCs Nukenins foi finalmente lançado, ele já estava sendo usado através dos RPs da organização “A Ordem” que você poderá conferir clicando aqui e agora finalmente foi implementado através de regra para a futura estreia oficial que ocorrerá através de um evento mundial. Para conferir a regra nova clique aqui.
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Treino para melhorias: Luke

Treino para melhorias: Luke em 12/8/2013, 22:37

Aqui postarei meus treinos para melhorias.


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Re: Treino para melhorias: Luke em 12/8/2013, 22:47


Uma semana passou-se após minha graduação na academia de Kiri. Agora era um ninja formado e como todos tinham afazeres; por enquanto, eu não tinha um, o que me trazia sossego e talvez até um tempo para um treinamento. A única coisa que sabia era que eu deveria aproveitar esses tempos ao máximo e usá-los de maneira propícia à minha carreira ninja.

Como a alvorada ainda estava em processo, estava deitado na minha cama pensando em alguma rotina excêntrica para hoje. Diversas coisas passavam em minha cabeça, desde um dia abrando até árduos treinamentos. A preguiça percorria o meu corpo limitando a minha escola, mas esta foi embora no momento em que escolhi que deveria treinar. De imediato, pulei da cama, colocando meu traje padrão e os diversos equipamentos, pronto para mais um dia de treino.

Saí de casa dando lugar às ruas vazias e tranqüilas de Kiri. Dei sorte por levantar cedo e não pegar a grande ebulição predominante das ruas até os confins da aldeia. Era um dia aprazível, perfeito para treino e por isso, decidi usá-lo de maneira congruente. Continuava a andar pelas ruas quando notei um mínimo movimento ao leste. Fui para lá curioso com o que viria provavelmente. Ao chegar lá, percebi que se tratava de um time composto por um Jounnin e dois Gennins.

Parece que chegou o membro que nos faltava, pessoal – introduziu o homem, enquanto aproximava-me de mim. – De acordo com seus dados citados nos registros de Kiri, deve ser Luke, o rapaz que se graduou semana passada. – dizia ele enquanto folheava uma prancheta repleta de folhas com diversos dados, até que me achava. – Ali estão os seus amigos que também se graduaram. Eu e os professores combinamos um treino com os iniciantes. Gostaria de saber se iria ou não.

Algo relacionado a treino. Aquilo era algo perfeito para mim. Agora sim, testaria minhas habilidades em situações mais ortodoxas do que o teste. Lascivo com o que fora introduzido pelo Jounnin, respondi:

Claro!

Está certo então. Agora, devemos ir ao campo de testes de número 10, mas antes, gostaria que nos conhecêssemos melhor, pois provavelmente, trabalharemos junto em outras circunstâncias – disse o homem, enquanto reuníamos em uma roda.

Um garoto cujo usava óculos e tinha cabelos arrepiados tinha como nome Matsuda, um rapaz do clã Hōzuki, um dos mais típicos de Kiri; a outra garota se chamava Rias, cuja não tinha clã, mas sua especialidade em Taijutsu e força bruta caracterizavam-na fortemente. O Jounnin decidiu não citar seu nome, mostrando grande interesse somente no treinamento. Ele pediu para que observássemos o canto à nossa volta, até que notamos uma grande cadeia montanhosa à frente. Apontando seu dedo indicador para aquele relevo, disse o homem:

Ao topo da montanha em que está meu dedo, vocês irão até lá. O objetivo é conseguir pegar uma bandeira que se situa no pico desta. Lembrando que pode fazer de tudo para que o oponente nem se aproxime. Isso é um teste de agilidade, força e precisão. Ao meu sinal... – o homem jogou uma tarja explosiva ao alto, e quando ela explodiu, ele urrou. – Comece!

Não demorou muito para que os passos fortes ecoassem pelo local. Todos corriam como loucos à montanha com o intuito de conseguir vencer essa competição; ode eu estava incluído. Todos mediam velocidades enquanto tentavam fechadas, porém era claro e nenhuma delas surtia efeito algum nos competidores. De imediato, Matsuda executava selos, transbordando água de sua boca. Logo, ele jogou tudo para fora, formando um riacho bem reduzido; ele dizia ao expelir o golpe:

Suiton: Mizuame Nabara!

A água era pegajosa. Todo cuidado ali era necessário, por isso, canalizei Chakra em meus pés e consegui voltar a andar normalmente. Já Rias ficou presa um pouco, atrasada, mas logo tomou o jeito e voltar para a competição. Esta por sua vez deu um grande salto. Sua perna esquerda estava esticada ao máximo; era notório que ela estava prestes a chocar seu membro contra o chão para causar um impacto e jogar-nos longe. Olhei para cima. Meu olho tomou a cor de um carmesim cintilante com uma vírgula; ou seja, eu consegui ativar meu Sharingan! No momento do choque, Matsuda liquefazendo-se, e logo nenhuma dano causado. Eu me choquei para lado, sendo que não fui atingido por um golpe como aquele.

Todos partiram para a ofensiva e comigo ao deveria ser diferente. Dei alguns saltos a frente, ficando em primeiro. Voltei-me para trás; executei selos e logo converti o ar em meus pulmões em chamas. Feito isso, o nome da técnica ecoou em minha mente em um sentido de grito.

Katon: Gōkakyū no Jutsu!

Uma esfera de chamas maciça saiu de minha boca. À medida que ela avançava, seu tamanho e força expandiam-se mostrando o quão poderosa era a técnica. Mesmo sendo impossível de escapar, Rias deu um forte soco no chão, fazendo co que uma rocha defendesse-a do poderoso Ninjutsu. Já, Matsuda executou selos e tomou a frente, enquanto gritava:

Suiton: Suijinheki!

Como sua maestria em Suiton era em um nível anormal, ele fez com que a água do chão tomasse a forma de uma muralha e apagasse a torrente circular rapidamente. Desprevenido, Matsuda ficou com a guarda baixa e deixou com que Rias acertasse um forte soco em suas costas, jogando o rapaz para longe. Rapidamente, aquele “corpo” se desfez em água, dando lugar ao usuário original que surgia por entre as coníferas que margeavam o campo de treino.

Cansei de gastar meu Chakra aqui com vocês. Vou pegar logo a bandeira – vir-me-ei e deu um sinal, voltando a correr no trajeto em que resultava à cadeia de montanhas.

Como se atreve a fazer isso, senhor Luke?! – urrou Rias, perseguindo-me pelo mesmo recho que passei remotamente.

Não tem jeito – Matsuda levantou seus óculos, tornando a correr. – Vou ter que ir atrás deles.

A corrida logo voltou ao seu normal. Eu estava em primeiro; Rias estava na minha cola em segundo; por fim, Matsuda, o rapaz preguiçoso do famoso clã Hōzuki tentando olhar em volta buscando por objetos onde os quais seriam usados de maneira propícia. A corrida se aproximava de seu ápice rapidamente no momento em que chegamos ao meio do caminho. A bela moça de cabelos ruivos deu um grande salto, voltou com a sua mão adornada de um forte azul, pronta para socar-me. No momento em que a jovem aproximou-se, ativei meu dōjutsu e desviei do ataque. Atrás, Matsuda lançou uma esfera de água da palma de sua mão bradando:

Suiton: Teppōdama!

Ainda com os reflexos de minha linhagem sanguínea avançada, fui capaz de desviar do ataque. Assim, pulei para uma árvore, observando os dois que agora brigavam entre si. O clima ficara tenso enquanto eles trocavam golpes, e eu, por minha vez tinha que fazer algo. Uma corrente elétrica propagou-se por todo o meu corpo em questão de segundos no momento em que murmurei:

Chidori Nagashi...

Dei um salto, ficando entre o prorrogamento dos dois adversários. De imediato, eles foram me atacar; e no momento em que o punho de ambos encostou de leve em minha pele, a eletricidade afetou-os de maneira oportuna, principalmente em Matsuda que era feito de pura água. Dando um sorriso sarcástico, pulei de leve e chutei o rosto de ambos, causando mais efeitos graças à corrente de Chidori, jogando ambos para longe com leves ferimentos.

Acho que isso dá um fim às lutas – um sorriso sarcástico estampou-se em meu rosto, e com isso, voltava o caminho da bandeira.

O vento assoviava por entre as fendas das coníferas que margeavam o pequeno percurso coberto por uma névoa espessa. A visão dificultava cada vez mais, porém com o auxílio de meu Sharingan, enxergava tudo nitidamente. A névoa crepitava e o ar rarefeito começava ali, mostrando que a montanha estava em seu fim. Com dificuldades para respirar, prossegui por honra, chegando ao pico desta. Flocos de neve auxiliados pela ventania me afastavam, porém eu continuava, tocando minha mão no cabo da bandeira. Arranquei-a do lugar, mostrando-me como o vencedor da competição.

Descia a montanha novamente, porém mais tranquilo em relação ao “troféu”. No momento em que desci, Rias e Matsuda estavam recuperando-se daqueles golpes que acertei neles. Eles se limpavam e fitaram a bandeira em minhas mãos. A garota, brava, bufou:

Tsc... Você deu sorte, mas não Serpa assim da próxima vez que nos encontrarmos.

Não fique assim, Rias – consolou Matsuda. – Isso aconteceu por causa de nossos descuidos. Sendo inteligente, o Luke aproveitou as nossas fraquezas que ele observou atrás e usou-as de maneira propícia, o que ocasionou a nossa derrota – explicou o rapaz.

Enquanto trocávamos algumas palavras, um homem que trajava roupas típicas de Jounnin adentrou o recinto. Era o rapaz que propôs o treino. Ele batia palmas com um leve sorriso em seu semblante. Parabenizando, falou ele:

Bom trabalho, meus caros. Esse treino mostrou o quanto estão preparados para seguirem uma carreira vitoriosa no mundo dos ninjas, e você principalmente, Luke. Somente de ver a maneira em que usou as informações pegas nesse tempo demonstrou o quão é forte. Por ora, estão dispensados.

Entreolhamos-nos e cumprimentamo-nos no centro. Demos alguns sorrisos e gargalhos enquanto voltamos para as nossas casas. A névoa desfazia-se na medida em que me aproximava de minha casa. Chegando lá, deitei em minha cama, enquanto observava o aprazível clima em Kiri. Deixei-me sucumbir pelo cansaço. Adormeci, sem mais nem menos.

Considerações:
  • Treino para tentar ganhar mais 500 pontos para distribuir nos status;
  • Os personagens Rias e Matsudas são fictícios, e obviamente, não participarão em on.

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Re: Treino para melhorias: Luke em 12/8/2013, 22:55

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Re: Treino para melhorias: Luke em 15/8/2013, 00:02

Consegui aprimorar a minha categoria como ninja. Agora eu sou um Chunnin; estes são shinobis fortes que tem grande papel e influência em toda a vila apesar de ser um cargo não muito alto. Estava feliz por ter conquistado tal título, mas agora, sabia que meus deveres como cidadão da vila de Kiri aumentariam assim como eu deveria treinar mais. Segundo comunicados que li espalhados na Academia era que outro treino similar a um conjunto de batalhas estaria acontecendo no vilarejo junto os mais novos Chunnis; perfeita oportunidade apesar de que demoraria.

Alvorada a alvorada, os dias passavam rapidamente sem que eu notasse. O ciclo do tempo era algo incompreensível e invencível além de expedito. O dia marcado para as batalhas finalmente chegou, e eu claro deveria participar. Depois de fazer meus afazeres em casa; higienizar e tomar o café da manhã estava pronto para o meu primeiro dia de Chunnin na vila. Como sempre, carregava minha Kusanagi junto a mim; não só por seu poder, mas sim uma promessa que fiz há muito tempo atrás, quando ainda cheguei a Kiri.

Não tardou muito para que eu chegasse ao local combinado. Era uma modesta sala com diversas carteiras e ao centro desta uma mesa com uma cadeira, destinada ao instrutor. Apenas de olhar para aquele local, rostos familiares vieram à minha vista; eram pessoas com quem eu trabalhara posteriormente. Rias, Matsuda e aquele outro Jounnin que até hoje não revelou seu nome estava presente. Talvez ele organizou esse evento novamente. Adentrei a sala e no momento em que me aproximei de todos, ele começou:

Olá de novo. Rias, Matsuda e Luke. Bom, a vila está promovendo grandes movimentos relacionados à formação de ninjas completos. Estou a serviço do Mizakage promovendo outro treino, mas quem funcionará de outra maneira. Agora, vocês terão que travar algumas lutas entre si para ver se são mesmos dignos de possuírem cargo de tal importância como Chunnin. Estão preparados?

Sim – respondemos em uníssono.

O homem deu um breve sorriso enquanto apontava a direção de outro campo que seria usado. Dessa vez, segundo ele, seria um planalto com algumas depressões; um lugar pacífico conhecido por ter somente uma árvore, mas que tem grande importância histórica para a aldeia. Este local situa-se no extremo norte da vila, perto de uma cadeia rochosa margeada por montanhas. Um local que segundo todos fortaleciam mais do que os demais lugares, dando um pigmento singular ao recinto.

Realmente, era um lugar longe e por conta desse fator a nossa chegada atrasou-se. Mas, ao chegarmos, conseguimos conhecer de perto aquele local, percebendo seu tom especial segundo as lendas. Era um lugar sereno, onde a brisa batia com mais freqüência e força; sem sombra de dúvidas, lugar perfeito pra treinos. No momento em que estávamos no extremo do barranco que antecedia o ambiente, o Jounnin virou-se, proferindo algumas palavras.

Fiquei de me apresentar a você, porém me esqueci. Meu nome é Chris, eu ex-ANBU de Kiri. Despedi-me do cargo, pois era muito para mim – apresentou-se o homem, com um típico sereno sorriso estampado em seu semblante. – Enfim, aqui estamos pra executar a proposta. No total serão 6 lutas, onde cada um de vocês irão lutar entre si mesmos. A arena será ali abaixo, naquela pequena plataforma onde contém a árvore. A primeira luta será: Matsuda contra Luke.

Entreolhamos-nos no momento em que fora anunciada a nossa batalha. Chris balançou a cabeça como um sinal; após isso, descemos a depressão e chegamos à plataforma de batalha. Tomamos as distâncias necessárias enquanto voltamos nossos olhares esperançosos. Matsuda tomou um pergaminho em mãos; o Sol iluminava seus óculos dando um tom confiante ao jovem Ele abriu e tocou um Kanji no centro, liberando uma jatância branca que se dissipou rapidamente. Era notório; o rapaz conseguiu a lendária espada Zambatou!

Caro Luke. Desde o momento em que nos enfrentamos, eu percebi que o seu Kenjutsu é algo que o caracteriza abundantemente; por isso, peguei essa espada para caso nos enfrentássemos de novo – explicou o homem, levantando os seus óculos que cintilavam ao receber a fraca luz do astro. – Prepare-se, Luke. Não pegarei leve!

Você fala como se eu fosse deixar fácil para o seu lado, Matsuda – embainhei a minha Kusanagi, enquanto apontava a sua ponta para o jovem cujo tinha uma espada de alto porte em suas mãos. – Vamos lá! Estou louco para essa luta!

Voltávamos a trocar alguns olhares. Como precaução, ativei meu Sharingan. Senti algo diferente nele; conseguia ver o fluxo de chakra de meu adversário além de uma visão mais aguda. Aquilo logo significou a evolução deste. Todos se impressionaram no momento em que isso aconteceu. Interrompendo tal momento, Chris levantou a sua mão enquanto caminhava até o centro do campo, dizendo:

Comecem! – logo Chris saiu do campo, dando espaço à luta.

De primeiro momento, o garoto prodígio do clã Hōzuki embainhou sua grande espada, liquefazendo parte de seu corpo e partindo em minha direção. Ele tentou cortar-me, mas, com a minha Kusanagi, eu colidi com a grande lâmina que mostravam forças equivalentes. Sabia que a fraqueza dele era Raiton, por isso, adicionei a natureza de Chakra na espada que começava a cortar aos poucos a espada. Pasmo, Matsuda recuou enquanto observava a grande Zambatō com um corte provocado por uma espada que ele mal conhecia.

Era a minha vez de atacar. Ainda com a espada em mãos, saltei parando na frente dele; desferi um corte na diagonal contra o rapaz, que desviava apavoradamente. Em um movimento renhido, ele tentou jogar sua espada contra mim, que era rebatida por mais um ataque de minha lâmina. No momento m que tentei uma estocada, Matsuda desviou; e de raspão, um pequeno choque pegou-o. Encarniçado, ele saltou para trás, guardando sua espada e colocando a sua mão à frente.

Suiton: Teppōdama! – bradou Matsuda, condensando uma esfera de água e atirando-a em minha direção.

Suiton; uma das marcas dos Hōzuki. Aquilo eu poderia muito bem rebater com meu Raiton, por isso, deixei a minha mão ser tomada por mínimas correntes de raio, porém fortes. No momento em que o globo líquido se aproximou, coloquei minha mão à frente. O choque tomava conta da esfera, que era desintegrada com aquele meu jutsu. O garoto começou a ficar ainda mais pasmo, por isso, executei outros selos de mãos; dessa vez, uma sequência bem maior do que a última. Ao término, Matsuda urrou:

Suiton: Suiryūdan no Jutsu!

Dois dragões gêmeos brotavam da terra e se entrelaçavam rugindo fortemente. Eles partiram em minha direção. Com o auxilia de meu dōjutsu, desviei do primeiro, mas o segundo me acertou e transformou-se em uma poderosa torrente que me puxava sem esforços. Essa me deixou em um pequeno buraco da árvore com ferimentos de níveis medianos. Levantei e olhei para frente com um pouco de dificuldade. Matsuda aproximava-se ainda em sua forma sólida com a espada em mãos. De relance saí dali, indo ao topo da árvore. Aproveitei meu sangue e coloquei-o no dedo; executei selos e saltei:

Kuchiyose no Jutsu!

Uma jatância branca condensou-se nos ares, dando lugar a um grande falcão que me carregara em suas costas. Taka descia rasgando os ares em grande velocidade, deixando-me próximo ao “riacho”. Com a minha mão eletrocutada, encostei a mão nas águas provocadas pelos dragões enquanto bradava:

Chidori!

A corrente elétrica propagava-se pelo campo de batalha, até que acertava o rapaz enfraquecido por conta do choque. Voltei para o falcão que me largou próximo a Matsuda. Coloquei a minha espada unida ao meu Chidori próximo à sua garganta. Espavorido, o rapaz não fez nada; a luta foi parada no momento em que Chris anunciara o vencedor:

A luta acabou. O vencedor é o Luke.

Espavorido ainda, Matsuda levantou-se, dando um sorriso pequeno mostrando estar um pouco satisfeito em relação à sua derrota; por minha vez, dei um grande sorriso satisfeito com a minha vitória. O Jounnin da vila aproximou-se, pedindo para que voltássemos a “bancada” para um rápido descanso. Chris parabenizou-nos por travar uma luta de alto nível, apesar de nossos poucos cargos. Este entregou garrafas d’água a todos, para que nos hidratasse após uma arquejante luta.

Não tardou muito para que a luta entre a jovem de clã desconhecido e de Matsuda encerrasse. A luta teve como vencedor o rapaz do clã Hōzuki, não só por suas experiências diversas, mas sim por sua avançada linhagem sanguínea. Chris olhou para mim com um semblante neutro, abrindo um breve sorriso, dizendo:

Luke, agora você irá enfrentar a Rias. Espero que essas lutas sirvam de exemplo o quão fortes vocês são. Prontos?

Não respondemos nada; afinal, nossas fazes indicavam tudo. Pulei ao centro do campo encarado a moça, que por sua vez estava seus dedos esboçando um sorriso amedrontador. Continuei a observá-la com meu rosto sem emoção alguma, somente ativando meu Sharingan enquanto controlava meu Hyōton através de uma circundante área; mas em um tom cintilante devido ao meu Kōri Aura.

Estão prontos? – indagou Chris, e logo respondíamos positivamente mediante a um sinal de balanço da cabeça. – Comecem!

A garota oi em minha direção concentrando seu chakra nos punhos, pronta para desferir um soco que destruiria parte da arena. Através daquela minha técnica de percepção e de meu Sharingan, saltei para o alto prevendo o ataque. Rias também subiu tentando desferir outro soco, porém com o auxílio de minhas técnicas, desviei sem esforço. Agora, estava na hora do ataque. Executei selos de mãos, até que enfim tomei um grande fôlego, lançando uma técnica contra a garota.

Katon: Hōsenka no Jutsu!

Rapidamente, liberei de minha boca diversificadas bolas feitas de chamas maciças na direção da garota. Ela por sua vez desviava, caindo sobre o chão lançando algumas kunais em minha direção. Quando caí, percebi a movimentação das adagas que apropinquava rapidamente em minha direção. Executei o selo do tigre tomando mais fôlego, logo liberando uma tormenta feita de cristais.

Hyou Arashi! – pensei alto no momento em que lancei o golpe.

A temperatura era extremamente baixa, e por causa desse fator, congelava as kunais e evitava seus ataques. Indefesa, Rias colocou sua mão em sua teste na falha tentativa de proteger-se, mas acabou sendo levemente congelada pela nevasca. Percebendo o melindroso fim da batalha, exclamou Chris dando um fim à luta:

A luta acabou tendo como vencedor o Luke.

Naquele momento, acheguei-me da garota indefesa que tentou defender-se do golpe. Toque seu corpo, tirando a baixa temperatura dali e cancelando o congelamento graças ao meu controle sobre o elemento. Redimi-me com a menina, que aceitava tais desculpas. O Jounnin tomou o lugar, dando uma breve tossida retomando a dizer:

Bom pessoal, a luta terminou por aqui. Podem voltar a casa de vocês, pois seus dias como Chunnins estão prestes a começar. Dispensados.

Ouvindo o comunicado, parti dali, indo em direção a minha casa. Ao chegar lá, deitei no sofá e refleti sobre o quão progredi. Contente, adormeci, após deixar a labuta dos treinos tomar conta de meu corpo.

Considerações:
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Re: Treino para melhorias: Luke em 15/8/2013, 19:17

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O medo em você alimenta minha força


Shark!They will see, we'll fight until eternity,
Come with me, we'll stand and, fight together.
Through our strength, we'll make a, better day, tomorrow,
We, shall never surrender.



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Re: Treino para melhorias: Luke em 17/8/2013, 22:45

Uma alvorada, junto ao brilho fraco do Sol e o canto das aves migrantes anunciavam o primórdio de mais um dia na aldeia de Kiri. Semana posterior, tornei-me alguém mais forte e assim, aumentei meu cargo; agora estou como Jounnin, homem que tem o objetivo de ajudar a vila em dobro e formar novos ninjas no vilarejo, e, além disso, dei uma grande passada em relação a tornar-me alguém de respeito. Agora, como um ninja com alto cargo e poder, deveria treinar mais e mais para que meu sonho se tornasse realidade.

A preguiça percorria o meu corpo de maneira imbatível, mas inexplicavelmente consegui vencê-la somente no momento em que me pus a sentar no colchão de minha cama. Olhei ao redor e percebi a sujeira que predominava o cômodo, aliás, o cômodo não, os cômodos. Foi isso que notei depois de dar uma pequena volta por minha casa. Comecei a coçar em minha cabeça, enquanto cogitava uma faxina que não era feita há anos. Fui a uma salinha; tomei os instrumentos necessários e comecei a limpar o sórdido imóvel.

Quando acabei, tirei o excesso de suor acumulado somente em minha testa, mas notei que foi bastante propício. Agora era outra casa. Voltei à sala e guardei os apetrechos. Dirigi-me à cozinha de minha casa enquanto esfolheava uma caderneta com meus dias e horários; vi que o que eu tinha de especial não era somente a faxina, mas sim um treinamento. Tomei um rápido banho; arrumei-me e saí de casa, enquanto tomava o abarrotado caminho cheio de comerciantes e consumidores rumo ao campo de treinamentos.

Devido ao ímprobo caminho, demorei a chegar ao campo de treinamentos que eu reservava para mim. Fui à minha área que estava pouco devastada devido a treinamentos anteriores. Comecei a analisar em qual treinamento eu faria, mas, era difícil decidir; comecei a esmiuçar meus pensamentos em busca de algo que não me favorecia muito, mas até que estava bem para um ninja. Não demorou muito para que eu pensasse que faria um treinamento geral. Rapidamente, comecei a cortar árvores, e aquilo me mostrou o quanto meu Kenjutsu fortalecera.

E eu achava que estava muito fraco para um Jounnin – dei um sorriso enquanto observava o meu local de treinamento mais devastado por conta do meu estrago junto à minha lâmina. – Eu estou bem; agora, eu tenho que chegar um pouco minha agilidade e Taijutsu. Esses pontos são bons, mas não tanto como os outros.

Para facilitar meu treinamento, ativei meu dōjutsu; percebi algo de especial no momento em que despertei a técnica. A minha visão tornou-se mais aguçada; e além do mais, eu poderia usar algumas técnicas a mais agora que meu Sharingan passara para um de seus estágios finais: a terceira tomoe fora liberada. Fiquei feliz em relação a tal ato; agora, estava mais forte, bem mais do que eu imaginava, e com o auxílio de minha técnica ocular, chegaria ainda mais longe. Abri um longo sorriso, mas logo o cessei. Realizei selos e depois pensei alto comigo mesmo:

Katon... – fiz uma breve pausa, tomando uma grande quantidade de ar que futuramente tornar-se-ia fogo. – Gōkakyū no Jutsu!

Soltei todo aquele ar na forma de uma torrente de chamas que se crepitava enquanto tomava a forma de uma esfera. Esta se alastrava cada vez mais, enquanto engolia uma grande área consigo. Sua capacidade de expansão cessou-se, ocasionando uma explosão que levara grande parte da área florestal do campo junto de si. Um nevoeiro cinza começou a cobrir o campo, mas o vento subsidiou-se para dissipá-la. Quando vi aquilo, fiquei sem reação por ter lançado uma técnica tão forte quanto aquela.

Incrível... – gaguejei baixinho, pasmo com aquilo. Apesar de ser uma técnica de um Rank não muito alto, esta se sobressaiu, mostrando que tinha a força de um jutsu de estatísticas mais altas. Aquele meu semblante assustado sumiu, dando lugar a um rosto jubiloso. – Eu estou mesmo mais forte! Vou virar um Kage, com certeza!

Comecei a gritar; pular e comemorar naquele recinto calado, dando fim à paz e ao silêncio. Os habitantes naturais do local olhavam-me como se eu fosse estranho, ou talvez, tivesse um problema. Pouco ligava já que estava lascivo em relação ao meu progresso. Iniciei também a sessão de gargalhadas alegres.

Enquanto eu me divertia com todo aquele movimento, um homem adentrou o capo de treinamentos enquanto batia palmas, carregando um leve sorriso em sua face. Na parte esquerda de seu rosto estava uma mandíbula; ele tinha olhos levemente pintados de azul; sua roupa era branca e ele carregava consigo grandes espadas de alto porte. Sem dúvida nenhuma, era alguém com um poder colossal, onde eu nem deveria pensar sobre enfrentá-lo. Vir-me-ei enquanto observava o rapaz com meus olhos neutros, esboçando nenhum sentimento.

Meus parabéns, jovem Uchiha – o homem achegou-se. – Conseguiu chegar bem próximo ao último estágio do Sharingan. Enfim, estes são olhos são belos. Só de olhá-los, dá pra perceber o quão é forte.

Primeiro responda-me: quem é você? – indaguei ao homem, enquanto voltava a lançar olhares intimidadores a este, que por sinal, nem se deixava abater; apenas encarava a expressão como um olhar normal.

Eu me chamo Hattori Hashi, o mais novo líder do esquadrão ANBU de Kiri – respondeu o homem, enquanto ativava a mesma técnica ocular da minha, porém de um nível bem mais avançado. Ele começou a olhar meu interior, analisando meu fluxo de chakra a fim de ajudar-me. Depois de raciocinar bastante, concluiu ele. – Você é um menino prodígio; além de ter uma técnica desse porte, consegue ativá-la usando pouco chakra. Vê os meus olhos? São semelhantes aos seus, mas está em um estágio mais avançado e eu não uso a minha energia para usá-lo.

Como é que você consegue usar o Sharingan sem nem mesmo usar o chakra? – voltei a lançar questões a Hashi. Desativei meu dōjutsu, e ele fizeram a mesma reação no momento em que indaguei a ele tal pergunta.

Há alguns ninjas que possuem uma habilidade de ativar essas técnicas em usar chakra. Dizem que seu ancestral, ou mais conhecido como o Uchiha mais forte do mundo possuía essa habilidade. Eu não sei explicar direito esse processo, mas sei como você consegue essa façanha – Hashi fez uma breve pausa enquanto dava uma leve tossida; mas logo retomou a conversa. – Após passar por um árduo treinamento e provar para si mesmo que é forte, então notará algo excêntrico em seu fluxo de chakra. E quero lembrar que estou disposto a ajudá-lo.

Comecei a pensar um pouco o quão seria benéfico ativar meu dōjutsu sem nenhum gasto de chakra. Eram muitas as possibilidades de eu falhar, mas, ainda tinha a chance de conseguir. Não tinha como aceitar a proposta do homem; ele esperava pacientemente. A resposta demorou para sair, mas esta saiu de meus lábios com incerteza.

Eu aceito, senhor Hashi.

Ótimo – o homem concluiu enquanto esboçava um leve sorriso, voltando a falar sobre o tal treinamento. – Aproveitando essa ocasião de que estamos aqui, vamos começar um treino, e eu já tenho em mente como será. Comecemos com um teste de força.

O homem guiou-me até uma cadeia montanhosa onde havia grandes rochas e pouca vegetação. Prosseguindo a caminhada, chegamos a um local onde as pedras tinham um tamanho bem maior em relação às normais. Hashi apontou o seu dedo indicador, enquanto explicara o mecanismo do treinamento em um tom sério:

Você carregará pelo menos uma daquelas rochas até o começo da montanha como um teste de força. Essa foi à primeira coisa que veio em minha cabeça, mas tenho certeza de que será precoce em relação ao processo que você almeja por ele ser natural.

Fiquei boquiaberto no momento em que ele disse como dilucidaria o teste. Mesmo estando cansado e extremamente assustado com aquilo, ele teria seus frutos futuramente. Por isso, pensei fundo naquilo enquanto caminhava lentamente até as rochas. Ainda receoso em relação a minha decisão, fiquei parado por alguns instantes diante daquela porção de terra endurecida com um formato redondo. Respirei fundo enquanto coloquei minhas mãos sobre o fundo da rocha após agachar-me; fiz grande força tentando levantá-la. Eu não a levantei nem um pouco, e logo me voltei para trás enquanto gritava ao membro ANBU.

É pesado demais! Eu não vou conseguir carregá-la por nem mesmo um centímetro!

Se não pode lidar com uma pedra, não poderá ser forte o suficiente para usar o Sharingan sem gastar a energia! – retrucou Hashi, enquanto cruzava seus braços esperando que eu começasse a carregar a encorpada pedra.

Minha reação foi de surpresa ao saber que eu deveria carregar aquilo com somente meus membros. Mas, o resultado seria algo benéfico, e por isso, deveria de tentar. Muitas foram às tentativas, mas na consegui nenhuma; o desejo de tornar-me um ninja de alto nível subiu à minha cabeça e eu tentei novamente, apesar de estar fatídico. Esforcei-me ao máximo e conseguir levantar aquela rocha, com esforço, eu carregava-a pela montanha até chegar ao local onde seria o seu “início”. Depois de tanto carregá-la, eu deitei no chão, cansado.

Caramba... Eu nunca cansei tanto na minha vida, além de nunca trabalhar os meus músculos dessa maneira. Nunca mas vou fazer isso... – reclamei, debruçando-me sobre o chão.

Hashi desceu a montanha e rapidamente notou que eu estava ao lado daquela pedra deitado completamente tomado pelo cansaço. Olhei para seu rosto e percebi sua expressão de feliz, embora não parecesse. O homem tomou a bater palmas esboçando um sorriso curto, porém um pouco mais longo em relação aos anteriores.

Meus parabéns. Superou as minhas expectativas e conseguiu carregar essa pesadíssima rocha usando seus membros. – o homem fez aparecer uma espada toda enfaixada com a forma de um tubarão. Hashi bateu a espada e sem esforço, quebrantou-a por completo. Fiquei pasmo de ver aqui, pois era quase impossível quebrar aquilo; ele mostrou que não era um ninja qualquer. – Se quiser despertar o Sharingan sem utilizar seu chakra, terá de dar 20 voltas em torno da montanha.

O quê?! – gritei, questionando o método de treinamento daquele homem. – Tá ficando louco?! Eu mal tenho força pra caminhar e agora vou ter que correr em volta de uma montanha vinte vezes!

— Bem, caso queira tornar-se como o Ancestral Uchiha mundialmente conhecido terá de fazer isso – o homem deu uma breve gargalhada.

Com um tremendo esforço, levantei-me do chão, começando a correr com pouquíssima velocidade pela floresta que margeava a cadeia montanhosa localizada mais a frente. A fadiga começava a dominar meu corpo, porém, o meu sonho prevalecia e não deixaria que eu desistisse assim tão fácil. A minha velocidade aumentava gradativamente até se tornar uma corrida normal, porém ainda mais rápida.

Terminei de dar as vinte voltas; estava no pico da montanha sem ser afetado pelo ar rarefeito. O cansaço presente em meu corpo era insuportável, mas o meu espírito não se deixava abater por esse grande obstáculo que me infernizava por diversas vezes. Hashi surgia enquanto admirava a minha determinação e bravura por enfrentar esses problemas que por diversas vezes incapacitavam seres de ser alguém na vida. O homem logo sugeriu:

Por que você não tenta agora ativar o seu Sharingan, e assim ver se o resultado lhe favoreceu?

Eu fiz como o sugerido pelo membro de cargo mas alto da ANBU. Meus olhos mudaram do tradicional castanho para um vermelho escarlate luzidio; em três de seus cantos, acompanhavam vírgulas que mostravam o progresso do dōjutsu após eu vivenciar minhas aventuras pessoas e diversificadas. Hashi logo ativou seu Sharingan enquanto observava todos os meus tenketsus. O homem surpreso logo concluiu:

Você... É extraordinário! Ninguém jamais conseguiu esse processo tão rápido assim como você; e melhor, tem o mesmo resultado. Você finalmente ativou seu Sharingan sem usar seu chakra!

Aquilo me deixou completamente jubiloso. Eu continuei com minha técnica ativada enquanto saí correndo por todo o canto do campo de treinamento anunciando o meu sucesso. Hashi, por sua vez, desativou seu dōjutsu e ficou apenas observando a minha comemoração com baixas gargalhadas. Ao terminar de solenizar meu progresso, fui ao encontro do homem, que se despedira após esse dia fatídico.

Bem, agora eu tenho que ir. Meu trabalho como ANBU está me esperando. Encontraremos-nos mais vezes. Até mais... Er... Qual seu nome?

É Luke.

Até outras vezes, Luke.

O homem logo saiu do campo, escondendo-se sobre as sombras da névoa. Eu por minha vez retornei ao meu lar; deitei sobre a minha cama e comecei a pensar sobre meu progresso desde quando cheguei a Kiri. Era algo surpreendente, que me deixava pasmo. Dessa vez, o cansaço me vencer, me fazendo adormecer após o custoso treinamento.

Considerações:
  • Treino para eliminar gasto de Sharingan, e este contém 2.000 palavras vide regra;
  • Como virei Jounnin, ganhei o Sharingan nível 3;
  • Fiz a participação especial do Hashi porque ele permitiu e é o único presente em Kiri disponível xD.

Status: OFF

Palavras: 2.094 Localização: Kirigakure no Sato


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Re: Treino para melhorias: Luke em 17/8/2013, 22:53

Sem gastos

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Re: Treino para melhorias: Luke em 18/8/2013, 22:41

O canto de pássaros juntamente com os fracos raios de Sol que se propagavam fracamente anunciava um mais novo dia em Kiri. Aqueles fatores providenciaram o fim de meu sono e o primórdio de um dia cheio de afazeres como treinamentos, serviços para ajudar a vila e diversas coisas. Estava ainda deitado na cama pensando sobre o que eu faria, tentando organizar melhor meu dia. Olhava para os lados com um extremo cansaço e preguiça do dia anterior no qual eu não fiz praticamente nada, mas a semana posterior a tal trouxe-me isso à tona.

Pouco a pouco, fui me levantado daquele velho móvel que rangia sem para à medida que eu dava um mínimo movimento. Com extrema dificuldade, saí dali, coloquei minhas pantufas e me dirigi ao banheiro; lá, higienizei-me pessoalmente; fui à cozinha e tomei um curto café da manhã, já que estava investindo pouco em determinados alimentos com baixos teores de gordura. Andei até a geladeira e examinei linha por linha de meu calendário, notando que a maior parte do dia levaria como treino pós-graduação. Um rosto de indignação propagou-se em meu semblante, símbolo do desânimo e de novo da preguiça maldita.

Ah. Droga, mais um treino – resmunguei enquanto bocejava levando minhas mãos, cessando aquele processo natural que mostrava o quão animado estava à pessoa. – Mas bem, se quero me tornar um Kage, acho que um treino até cairia bem.

Fui ao quarto; abri o guarda-roupa e fitava meu mais novo apetrecho como se este fosse o utensílio mais rijo em todo o universo. Era uma gunbai, item que fortalecia as minhas técnicas de Katon; um equipamento forte e propício, principalmente em lutas, onde meus jutsus seriam mais poderosos. Tomei a ferramenta em mãos, e amarrei a corda perto de seu final no pulso; encaixei-a em minhas costas, dando leves tapas no apetrecho. Peguei também minha bolsa de armas básicas enquanto colocava-a em minha nádega direita, partindo para mais um dia de treino.

Hoje, o caminho em Kiri estava mais isento em relação a outros por ao se tratar de um dia de ofícios; pelo contrário, era um dia de folga. Aproveitei o máximo aquele percurso enquanto contemplava a leve brisa batendo sobre a minha face e balançando meus curtos cabelos negros. Minha roupa também balançava devido ao vento que soprou pouco mais forte nos últimos dias, por conta do inverno também. As condições climáticas eram o que menos importava, pois o bom shinobi consegue realizar o que quer independente das dificuldades que enfrenta.

Não retardou muito e eu consegui chegar ao meu local preferido para treino: o campo de testes onde sempre tive a sorte de passar de graduação. Por causa de treinos anteriores, a área estava um pouco mais devastada por causa de meus Ninjutsus assoladores. O número de árvores teve alta queda após eu utilizar aquelas técnicas; porém ele ainda tinha as suas utilidades como campo de treinamentos. De primeiro, coloquei a mão no cabo de minha gunbai enquanto realizava um movimento brusco liberando uma forte ventania que arrancava gramas do lugar. O golpe também balançou fortemente as árvores, ameaçando estas de cair após o movimento. Comecei a fitar o objeto enquanto dizia maravilhado ao objeto:

Você é incrível!

Enquanto eu admirava aquela arma, uma voz vinda de uma choupana ecoava por todo aquele campo florido e verde. Pelas características de voz, era alguém velho, pedindo algum semelhante a um socorro. Comecei a olhar atônito para aquela figura que vinha ás minhas vistas, pensando em alguma coisa bem grande; por outro lado, fiquei a pensar sobre algo pequeno como acidentes domiciliares, mas por tratar-se de um idoso deveria ser a minha segunda teoria. Comecei a caminhar rapidamente para lá; na porta da casa velha, notei um homem velho que carregara consigo um cajado. Após este notar a minha presença, ele logo diz aflito:

Ainda bem que soube que você está aqui, caro... Recentemente, soube que um grupo de ninjas atacaria a vila. Eu quero defendê-la, mas sozinho não consigo. Poderia me ajudar?

Eu parei um pouco após ouvir que seria um grupo de ninjas, e por não se tratar de um somente. Respirei fundo enquanto pensava sobre a decisão de ajudar aquele senhor ou não. Depois de ficar estático por um segundo, eu logo decidi sobre aquela pergunta que o idoso encaminhara a mim:

Sim... Eu irei ajudá-lo.

Mal acabei de responder aquilo e uma explosão foi percebida por nossos ambos os tímpanos. Olhamos pela janela e percebemos que uma grande quantidade de ninjas mascarados apareceu. Estes trajavam roupas pretas, cobrindo seus corpos por completo; em suas mãos, estavam garras. Todos marchavam em direção àquela pequena choupana prontos para iniciar um ataque. Recomendei ao velho ficar dentro de casa e saí de lá; do meio da multidão surgiu um homem, que ao invés de garras, usava uma grande foice.

Garoto. Saia da frente antes que te matemos sem dó nenhuma, e pisaremos em você como um simples inseto!

Desdenhar os inimigos antes de conhecê-los não é um bom ato – disse, enquanto estampei um sorriso sarcástico em meus lábios.

O homem não disse nada, somente deu um grito e levantou a sua foice o máximo possível, comandando todos os outros homens atacarem-me. Primeiramente, dei um salto enquanto enviava meu chakra para o alto. Minha energia se transformava em bolas de fogo, moldando uma chuva do elemento comprimido em esferas. Na medida em que elas caíam, acertavam cerca de pelo menos dois inimigos. Achei um espaçamento e ali caí; um homem veio me atacar com sua garra, logo desviei e chutei seu queixo, jogando-o para o alto.

Não achem que encostarão-se a mim só pelo fato de eu ser um – ativei o meu Sharingan enquanto arqueei minha gunbai.

Após sacar o equipamento, comecei a rodopiar enquanto acertava múltiplos homens e causando sérios danos contra estes. Muitos caíram pelo poder daquele artefato, e junto com as esferas de chamas, os danos eram ainda maiores. Olhei para os lados e percebi que muitos estavam vindos em minha direção. Dei um salto para trás enquanto realizei um selo. O chakra em meu pulmão tornou-se fogo, e logo depois eu pensei comigo mesmo sobre tal técnica.

Katon... – fiz uma breve pausa, tomando um leve impulso. – Gōka Messhitsu!

Logo soltei de minha boca um mar de chamas que começava a aumentar à medida que avançava. Os homens pararam diante daquela magistral técnica, e sem reação, deixaram ser queimados por aquele jutsu de grande porte o qual soltei posteriormente. O líder deles conseguiu escapar por um meio desconhecido, e logo apareceu em minha frente, apontando sua foice em minha direção.

Como você foi capaz de aniquilar o grandioso clã Tengu diante de seu líder? Eu te matarei, aqui e agora!

Um portal feito a partir de trevas formou-se atrás deles, e logo ele apareceu por detrás de mim. Com o auxílio de meu dōjutsu, deu um salto desviando do golpe de foice do homem. Ao cair no chão, ele tentou aparecer em minha frente desferindo um golpe contra mim. Em um rápido movimento, saquei o meu leque, bloqueando o ataque dele. Dei um breve sorriso enquanto murmurava para mim, onde eu e o líder dos Tengus escutamos:

Uchihagaeshi...

De minha gunbai, liberei um fluxo de energia que foi capaz de jogar o homem longe, que deixa longos rastros no chão de onde caiu. Joguei o leque para cima, e depois o controlei através da corda, despencando ele de uma queda considerável contra o homem. Ele, por sua vez, colocou a sua arma à frente, bloqueando meu ataque de imediato. O homem tentou aproveitar novamente de seu tele transporte aparecendo em minha frente, tentando golpear-me de novo com a foice, mas eu parei o ataque com o subsídio de meu dōjutsu; em minha outra mão saquei uma kunai e encravei no coração do homem, que largou a sua foice e caiu no chão.

Você... Ainda irá pagar por fazer isso com o clã Tengu, seu... – o homem não agüentou dizer mais nenhuma palavra; aquele ferimento fora grave o bastante para matá-lo.

Após o resultado da luta, olhei para o redor e notei que havia derrotado gente demais; uma grande massa de sangue se propagou por todo o campo de batalha. O silêncio foi cessado no momento em que o velho adentrou o campo de batalha com o barulho de sua bengala – não a parte que vocês estão pensando e.e’ – sobre o chão. Este se achegou de mim enquanto dissera a mim em um sorriso:

Meus parabéns, meu jovem. Além de me salvar, você conseguiu salvar também a vila de Kiri desses loucos psicóticos. E, aliás, seus olhos lembram-me de minha juventude, quando eu ainda lutava.

Como é que é? – lancei uma pergunta ao velho, que deu uma breve gargalhada voltando a responder.

Quando eu ainda era mais jovem, enfrentamos esse clã e saímos vitoriosos. Acho que grande parte de minha antiga geração está aqui, e por isso, tentaram invadir – o homem voltou à sua seriedade. – Agora, volte para casa meu caro. Eu estou prevendo um grande futuro para você. Treine, treine e treine mais, para que assim, consiga realizar seu sonho.

Depois de ouvir todas as palavras do velho, despedi-me dele e voltei para casa, enquanto aquelas frases ecoavam em minha mente. Deitei em minha cama lembrando quando ainda era menor, vivendo em um sistema primordial de clãs. Não demorou muito para que eu excedesse ao cansaço e adormecesse, pois continuar em pé depois de enfrentar um clã inteiro é quase impossível.

Considerações:
  • Treino para conseguir mais 500 pontos para distribuir nos status;
  • Os personagens citados no texto são fictícios, ou seja, não participarão em on no RPG.


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Re: Treino para melhorias: Luke em 19/8/2013, 21:40

Full Jounnin - Gostei do desenvolver da historia.

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Re: Treino para melhorias: Luke em 29/8/2013, 23:34

Mais uma alvorada; o dia amanhecia de novo. Os fracos raios de Sol penetravam as persianas serenamente por estar em um recinto cujo astro não é a principal característica. Acordei por causa daqueles feixes de luz lânguidos invadindo as minhas pálpebras. Deitado em minha cama, comecei a virar de um lado para outro, jubiloso por agora ser um dos ANBU, membros de elite de Kiri. Comecei a fitar o teto enquanto pensava sobre o quão eu seria mais forte, principalmente agora. Levantei-me daquele móvel bem confortável; desci as escadas e fui à cozinha, tomando um café da manhã.

Enquanto comia, comecei a resumir todas as minhas aventuras anteriores em somente uma lembrança: estava mais forte, isso era bem evidente. Aquele meu sorriso um pouco fraco esboçava meu sentimento embora não parecesse. Terminei aquele café e fui até a sala, começando a olhar as minhas instantes procurando por algum passatempo, já que as missões agora seriam mais limitadas já que eu sou como um policial. Pegando um destes, me assentei no sofá abrindo, começando a ler a primeiras páginas.

O autor daquele livro era alguém com um dom para escrever. Estava tão entretido naquilo que mal lobriguei gritos vindos das ruas. O livro caiu, e atônito, peguei todos os meus equipamentos e dirigi-me em direção à rua, percebendo uma grande fumaça bem próxima ao portão desta. Todos me contatavam dando alguns detalhes sobre o inimigo, e logo depois, partiam na direção dele. Fiz o mesmo; pulei dali enquanto ativava o meu Mangekyō Sharingan, um poder lendário e despertado recentemente.

Cheguei ao centro; muitos shinobis eram jogados longe perante a força daquele homem. Era um poder inigualável. Alguns ainda tinham a audácia de ir enfrentá-lo, mas eles tinham o mesmo destino dos outros: a morte. Suando frio, me aproximei dele enquanto o encarava com meus olhos carmesins cintilante; mesmo eles expressando sentimentos alguns, escondia profundamente o meu medo, pois jamais enfrentei um inimigo tão forte assim.

— Quem é você, e diga-me, o que busca aqui?

Aquele homem fitou-me, com os mesmos olhos que o meu, contudo tinha alguns traços a mais. Seus olhares era ameaçadores; fiquei até receoso de somente olhar para ele. Seus longos cabelos pretos balançavam com a força gerada pelo vento. Ele apenas esboçando um sorriso, respondeu-me:

— Vim para buscá-lo, caro Luke. Sei que é um dos únicos Uchiha restantes, por isso, siga-me, para que restauremos o nosso clã e então destruirmos esse sistema narcisista e egocêntrico.

Não era à toa que seus olhas eram tão congêneres em relação aos meus. Engolindo a seco, coloquei a mão em meu leque, partindo para cima daquele homem que portava uma katana em sua bainha. Tentei desferir um golpe contra o rosto, mas ele simplesmente golpeou como se fosse um soco de uma criança; assustado, cravei a arma no chão e tentei chutá-lo no peito, e mais uma falha; por último, tomei a gunbai em mãos de novo, liberando uma rajada de vento contra ele que atingiu. Ele caiu ainda em pé, somente tirando o pó de sua roupa mostrando o quão o golpe não lhe afetara.

Seus olhos vermelhos giraram com grande intensidade e permaneceram em seu lugar; logo, um monstro feito a partir de ossos com uma coloração azul era formado em sua retaguarda. Esta armadura espiritual era conhecida como Susano’o, derivada do Mangekyō Sharingan, uma técnica de grande dificuldade. O homem só deu um simples sorriso, enquanto murmurava:

— Se não irá vir comigo, então será um problema futuro... Apenas morra.

Aquele Susano’o juntou as suas mãos e prorrogou-as de novo; lâminas com três pontas foram formadas, e em seguida, lançadas em minha direção. Dessa vez, eu optei por usar o meu Mangekyō Sharingan para que somente o nível primário da armadura esquelética se manifestasse: as costelas. Todas as espadas foram jogadas, e entraram em atrito com a minha proteção espiritual. As primeiras, a proteção até resistiu, mas não às últimas; o ataque foi quebrado, e eu fui jogado para longe com aquele ataque. Antes que eu desmaiasse por completo, consegui ainda ver o homem saindo dali rapidamente. Adormeci completamente exausto por levar um golpe daquele porte.

No outro dia, já no hospital, estava deitado e percebi a presença de meus antigos parceiros de equipe, ao lado do atual Jounnin. Os dois traziam-me comido e dentre outras coisas para tentar agradar-me, e eu só poderia agradecer. As feridas de meu corpo já estavam terminando de cicatrizar, e naquele mesmo instante, um barulho começou a rodear toda a vila de Kiri. Só poderia ser ele. Ele! E dessa vez, eu iria matá-lo!

— Esse homem... Quem ele pensa que é para tratar os Uchiha dessa maneira!

— Não se levante Luke! – Matsuda tentou impedir-me, mas de nada adiantou, já que eu saí da cama e estava saindo com todos os meus apetrechos.

Pulando de casa em casa, chegava ao portão da vila dando de cara de novo com aquele homem que tentara recrutar-me para uma organização criminosa. Meus olhos diziam tudo: não aceitaria essa proposta! Logo, minhas pupilas mudaram de cor bruscamente para um escarlate intenso com detalhes mínimos: ativara o Mangekyō Sharingan novamente.

— Vejo que voltou, porém dessa vez, irei matá-lo! – gritou o homem, embainhando uma katana em sua mão direita.

Habilmente, ele veio para cima de mim tentando cortar-me; de primeiro, ativei um dos jutsus daquele tão venerado dōjutsu e ativei algumas costelas azuis, que repeliam o ataque com facilidade. O homem também ativara o seu Sharingan, tentando disparar mais magatamas em minha direção; agora, que eu tinha aprimorado meus conhecimentos, consegui desviar de todos aqueles golpes com dificuldade. Dando um longo grito, o meu Susano’o aprimorou-se, tendo agora, quatro braços e mais força. Cada um dos pares realizou um selo, assim como eu.

— Adeus...

Um grande meteorito despencava atmosfera abaixo. O homem olhou pasmo, percebendo que não poderia nem desviar, ou nem mesmo detê-lo. Le não disse nada, somente deixou que a rocha esmagasse-o por completo. Quando aquilo cessou, cancelei a armadura espiritual, a qual fazia cada uma das células do meu corpo doerem. Notei uma evolução em meu Sharingan, e a única que poderia ser, era o:

— Eien Mangekyō Sharingan! – disse. Com certeza, ainda pequeno, alguém me dera seus olhos, mas isso pouco importava.

Quando a luta terminou, decidi voltar ara casa antes que os ferimentos antigos agravassem mais ainda. Ao chegar lá, deitei em minha cama, pensando no grande processo que passei até tornar-me um ninja. Antes que eu pensasse mais, dormi, já que o cansaço dominara-me por completo.

[OFF] Deu pra ver que ficou um lixo; sem saco pra fazer texto, mas tem mais de 1.000 palavras, tem como validar.

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Ficha, mudanças, criação de jutsus, banco.

#pas


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Re: Treino para melhorias: Luke em 30/8/2013, 00:06

Treino para Eien deve ser feito em um novo tópico na área de Treino para Melhorias.

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"Quando vocês acham que as pessoas morrem? Quando elas levam um tiro de pistola bem no coração? Não. Quando são vencidas por uma doença incurável? Não! Elas morrem... Quando são esquecidas."


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Re: Treino para melhorias: Luke

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